<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137</id><updated>2011-10-18T07:07:59.476-07:00</updated><title type='text'>Simbolos Alquimia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-6973833605925637524</id><published>2007-12-28T12:28:00.000-08:00</published><updated>2007-12-31T10:48:17.231-08:00</updated><title type='text'>Fulcanelli (1839 - fl.1953)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/fulcanelli.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/fulcanelli.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Entre os filhos da Ciência Mãe, a Alquimia, quem mais se aproximou do segredo indizível do Grande Arcano foi o Mestre Fulcanelli, porém sem atrever-se a rasgar o véu do Santuário. Esse Artifício que constitue o Secretum Secretorum, o Magnum Misterium requer a ajuda de um Agente oculto, de um fogo secreto o qual Fulcanelli apenas mencionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulcanelli é o pseudónimo de um alquimista francês contemporâneo autor de O Mistério das Catedrais 1926 e de As Mansões Filosofais 1930, duas magnificas obras de alquimia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulcanelli foi o Mestre de Eugene Canseliet desde 1915. Entre 1922 e 1923, após receber o Dom de Deus, produziu a Pedra Filosofal e operou uma transmutação de 100 gramas de chumbo em ouro no laboratório da fábrica de gás de Sarcelles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desapareceu pouco antes da publicação do seu primeiro livro e só voltou a aparecer ao seu discípulo em 1953, na cidade espanhola de Sevilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://static.scribd.com/docs/cogg65ahqvs7c.pdf"&gt;O MISTÉRIO DAS CATEDRAIS&lt;/a&gt;:"Apresenta a Catedral fundada na Ciência Alquímica, investigadora das transformações da Substância Original (Energia Sexual) da Matéria Elemental. Pois a Virgem Mãe despojada de seu véu simbólico (o Véu de Isis), não é mais que a personificação da Substância Primitiva que empregou para realizar seus desígnios o Princípio Criador de tudo o que existe. Maria, Virgem e Mãe representa pois a Forma; o Deus Sol Pai é o emblema do espírito Vital. Da união destes dois princípios resulta a matéria viva, submetida às vicissitudes das Leis de Mutação e Continuidade. Surge então Jesus, o Espírito Encarnado, o fogo que toma corpo nas coisas; tal como conhecemos: “E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós.” (Mistérios das Catedrais, pág. 85)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Fulcanelli, é o pseudónimo de Jean-Julien Champagne. Naquela época, como já foi referido ele frequentava também a Livraria do Maravilhoso, propriedade de Pierre Dujols, onde se reunia um grupo famoso de alquimistas à volta de René Schwaller de Lubicz: Henry Coton Alvart, Jean-Julien Champagne, Celli e ainda outros. Pierre Dujols foi mestre de Coton e amigo de Champagne. Foi, como já dissemos, depois da morte de Pierre Dujols, que Jean-Julien Champagne se apoderou dos seus manuscritos sobre alquimia e corta relações com a esposa de Dujols.&lt;br /&gt;Jean-Julien Champagne entrega os manuscritos das "&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Les Demeures Philosophales&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;" ao seu discípulo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; Eugène Canseliet&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; para os publicar sob o pseudónimo de Fulcanelli, sem lhe dizer que eles eram provenientes de Pierre Dujols. Eugène Canseliet chamou sempre a Champagne de "meu Mestre". Resumindo: Jean-Julien Champagne fazia-se passar por Fulcanelli aos olhos de Canseliet e de Boucher mas foi sempre Pierre Dujols que estava por detrás de tudo.&lt;br /&gt;Nos Fulcanelli há escritos de Schwaller, Coton, Champagne e muito mais de Pierre Dujols, porque ele era, sem dúvida, o Mestre principal de todo o grupo Schwaller. Foi uma "cabala" bem urdida com vista a fazer passar Jean-Julien Champagne por Fulcanelli.&lt;br /&gt;Tudo isto foi confirmado pela autora do livro "Fulcanelli Devoillé" Me. Geneviève Dubois.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Mansões Filosofais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há dúvida de que este livro (na edição francesa são dois volumes) é o mais conhecido e o mais apreciado dos estudantes de alquimia de todo o mundo. Contém os segredos da Grande Obra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moradas Filosofais: ":“A Alquimia, remontando-se do concreto ao abstrato, do positivismo material ao espiritualismo puro, amplia o campo dos conhecimentos humanos, das possibilidades de ação e realização da União de Deus e da Natureza, da Criação e do Criador, da Ciência e da Religião. A Ciência Alquímica não se ensina. Cada um deve aprendê-la por si mesmo, não de maneira especulativa, senão com a ajuda de um trabalho perseverante, multiplicando os ensaios e as tentativas, de maneira que se submetam sempre as produções do pensamento ao controle da experiência.” Este insigne Mestre, em linguagem alegórica, na qual encontramos amplos e profundos conhecimentos da doutrina Gnóstica, mui ocultamente nos entrega o Grande Arcano: “O Alquimista deve unir-se a esta Virgem em corpo e alma, em Matrimônio Perfeito e indissolúvel a fim de recobrar com ela o Andrógino Primordial e o estado de Inocência” (Moradas Filosofais, pág. 22)."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Na segunda janela, não deixa de suscitar curiosidade uma cabeça rubicunda e lunar, coroada por um falo; descobrimos nela a indicação expressiva dos Dois Princípios cuja conjunção engendra a Matéria Filosofal. Esse Hieroglífico do agente e do paciente, do Enxofre e do Mercúrio, do Sol e da Lua, pais filosóficos da Pedra, é suficientemente eloqüente para ministrarmos a explicação.” (Moradas Filosóficas, pág. 233).Revela os segredos das Catedrais Góticas, resumindo que toda a Verdade, a Filosofia, a Religião, está baseada na Primeira Pedra, sobre a qual repousa toda a estrutura do Templo e é este mesmo Arcano o que se encontra nas Pirâmides do Egito, Templos da Grécia, Catacumbas Romanas e Basílicas Bizantinas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Tudo quanto buscam os sábios está no Mercúrio (Energia Sexual) ou melhor, na Pedra (sexo); a natureza é função desse Vaso (órgãos sexuais), que tanto se comenta sem saber o que é capaz de produzir; sem esse mercúrio tomado de nossa Magnésia, nos assegura Filateo, é inútil ascender a lâmpada ou Forno dos Filósofos (o chacra Mulhadara). Qualquer profano que saiba manter o Fogo executará a Obra tão bem como um alquimista experiente; não requer perícia especial nem habilidade profissional, senão todo o conhecimento de um curioso Artifício que constitui o Secretum Secretorum, que não foi revelado; sem dúvida, os investigadores que com êxito remontaram os primeiros obstáculos e extraíram Água Viva da antiga Fonte, possuem a chave capaz de abrir as portas do laboratório hermético” (Moradas Filosofais, págs. 287, 299, 300, 302)."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-6973833605925637524?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/6973833605925637524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=6973833605925637524' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6973833605925637524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6973833605925637524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/fulcanelli-1839-fl1953.html' title='Fulcanelli (1839 - fl.1953)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-6866736410992690410</id><published>2007-12-28T12:27:00.000-08:00</published><updated>2007-12-29T08:47:29.946-08:00</updated><title type='text'>Samael Aun Weor ( 1917 - 1977 )</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/samael01.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/samael01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; É o nome espiritual de Victor Manoel Gomes Rodriguez. Escritor, filósofo, sociólogo e esotérico. Foi o precursor de uma reformulação dos conhecimentos apresentados pela Gnose escrevendo um novo tratado filosófico no qual cita ensinamentos contidos no budismo, hinduísmo, rosacrucianismo e teosofia constituindo a base do Gnosticismo Contemporâneo. Também fundou o Instituto Gnóstico de Antropologia e escreveu mais de sessenta livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essencialmente, propõe como método para o desenvolvimento espiritual do indivíduo, a intensa vivência dos 3 Fatores de Revolução da Consciência, que foi continuamente enfatizado por Samael em todos os seus livros, tais fatores conduzem o ser humano à Liberação Final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Morte: (Eliminação dos elementos psicológicos indesejáveis, origem das fraquezas humanas, infelicidades, dores e erros, produzindo o Despertar da Consciência);&lt;br /&gt;2. Nascimento: (Criação através do exercício consciente do Amor e do Grande Arcano, veículos superiores que possibilitem investigar e comprovar as verdades cósmicas, além de desenvolver as faculdades latentes no homem); e&lt;br /&gt;3. Sacrifício de Humanidade: (Prática do altruísmo e da caridade, entregando desinteressadamente e sem distinção, um ensinamento regenerador às pessoas que anelam a Auto-Realização Íntima do Ser).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Secretum Secretorum, o Magnum Misterium requer a ajuda de um Agente oculto, de um fogo secreto. Este segredo alquímico revelado pelo Mestre Samael Aun Weor é o fundamento da Pedra Filosofal, o Elixir da Longevidade. Todos os Mestres para chegarem à Ressurreição, tiveram que encarnar esse conhecimento, tiveram que conquistar a Pedra Filosofal, com a qual podem desafiar os enigmas do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível chegar a adquirir a imortalidade aqui e agora mesmo, mediante o intercâmbio atômico da alta física nuclear. Graças a este conhecimento mágico da alta física nuclear, o V. M. Samael Aun Weor, pode continuar seu trabalho alquímico até aperfeiçoar a pedra filosofal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No ano de 1977, disse: "Nestes precisos instantes, meu Senhor Interior Profundo, está em seu Santo Sepulcro. No ano de 1978, meu Senhor Interior Profundo, ressucitará em mim e eu NÊLE para poder realizar a gigantesca OBRA pela humanidade. E será ELE, quem a fará, e não minha insignificante pessoa que não é senão um instrumento. Porém ELE em sí, é perfeito e ELE a faz porque é perfeito. De maneira que dou testemunho do que me consta, do que vivi."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/Antropologia/7-catedras-de-samael-aun-weor.php"&gt;Sete Cátedras de V.M. Samael Aun Weor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.triplov.com/gnose/alquimia_sexual/index.html"&gt;TRATADO DE ALQUIMIA SEXUAL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.triplov.com/gnose/index.html"&gt;A PEDRA FILOSOFAL E O SEGREDO DOS ALQUIMISTAS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecagnostica.com/Magia_das_Runas.pdf"&gt;A MAGIA DAS RUNAS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://es.wikisource.org/wiki/Categor%C3%ADa:Curso_Zodiacal_%28Samael_Aun_Weor%29"&gt;CURSO ZODIACAL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gnosiscentral.com/spanishsite/spanishbooks/Los_Misterios_Del_Fuego.pdf"&gt;OS MISTÉRIOS DO FOGO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecagnostica.com/Tratado_Esoterico_de_Teurgia.pdf"&gt;TRATADO ESOTÉRICO DE TEURGIA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.luzdegaia.org/downloads/livros/Manancial_da_Juventude.pdf"&gt;Exercícios de cura e rejuvenescimento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/download2/A%20Medicina%20de%20Alden.pdf"&gt;A Medicina de Alden&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/download2/Endocrinologia.pdf"&gt;Tratado Esotérico de Endocrinologia e Criminologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecagnostica.com/Kundalini_Yoga_ou_O_Livro_Amarelo.pdf"&gt;O Livro Amarelo &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://shadymaster.files.wordpress.com/2007/11/mas_alla_muerte.pdf"&gt;Mais além da Morte &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ellds.iespana.es/Medicina%20Oculta%20Y%20Magia%20Practica.pdf"&gt;Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://chanmyaeoo82.googlepages.com/tarot_cabala.pdf"&gt;TAROT Y KÁBALA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/download2/A%20Revolucao%20de%20Bel.pdf"&gt;A REVOLUÇÃO DE BELZEBU&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.gnosis.com.ar/sitio_nuevo/doc/libros/catecismo%20gnostico.pdf"&gt;CATECISMO GNÓSTICO&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecagnostica.com/Rosa_Ignea.pdf"&gt;ROSA IGNEA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-6866736410992690410?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/6866736410992690410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=6866736410992690410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6866736410992690410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6866736410992690410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/samael-aun-weor-1917-1977.html' title='Samael Aun Weor ( 1917 - 1977 )'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-1340180398728071505</id><published>2007-12-28T12:26:00.001-08:00</published><updated>2007-12-28T20:10:10.562-08:00</updated><title type='text'>Eugène Léon Canseliet ( 1899 - 1982)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/eugene.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 143px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" height="178" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/eugene.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi um alquimista francês. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor de diversos livros de alquimia, entre os quais se destaca Deux Logis Alchimiques, e de diversos artigos publicados em revistas, faleceu em um sábado, 17 de abril de 1982, na cidade de Savignies, e foi enterrado em Neuville-le-Vault, numa campa próxima do seu amigo Philéas Lebesgue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Mutus Liber, como nome diz, é um livro mudo, sem palavras. Editado originalmente por Eugene Canseliet, e tendo seu autor permanecido anônimo, O Livro Mudo da Alquimia é uma das mais relevantes e belas produções da tradição pictórica do hermetismo medievo. O livro consiste de uma série de figuras que ilustram, do princío à sua realização, todo o trabalho alquímico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O "Mutus Liber" é um livro composto por 15 gravuras reportando para o método da Grande Obra alquímica. Não é verdade que este livro não tenha palavras pois, logo na primeira página aparecem refrencias codificadas à bíblia e, na folha 14, existe uma expressão latina conhecida dos alquimista: "Ora, lege, lege, lege, relege, labora et invienes" ou seja, lê, lê, lê, re-lê, trabalha e encontrarás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O facto por detrás do conceito aceite de que o livro é mudo deve-se no entanto à total incompreensão dos seus sinais por parte dos leigos em alquimia. Na verdade, apenas os entendidos poderiam descortinar as revelações das gravuras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Note-se que para além da impressão original datada do século XVII, muito poucas edições mais tardias tem efectivamente valor. Citando um mero exemplo, logo na primeira placa, na edição original, aparece entre roseiras emaranhadas um paisagem campestre. Porém, em muitas edições posteriores, a paisagem que aparece foi modificada e observam-se agora cascatas. Este simples pormenor transforma uma c+opia de melhor qualidade e, mais agradavél visualmente, numa obra totalmente apócrifa pois, no mundo da alquimia, existem dois caminhos para alcançar o conhecimento. O primeiro é o caminho seco e, o segundo, é o caminho húmido. Um destes caminhos é mais rápido e perigoso e o outro mais lento mas mais seguro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim deve ser visto o MUTUS LIBER. Uma complexa composição de imagem relatando por sinais apenas absorvivéis para os iniciados na matéria em que nada está representado por acaso. Assim, para os coleccionadores, apenas as edições mais fieís tem interesse real.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos acreditam que o MUTUS LIBER foi criado por um certo "ALTUS". Este nome aparece logo na primeira chapa e reporta directamente ao anagrama de Jacob Saulat, o homem que, como se fazia antigamente, deu permissões para que este livro fosse editado. Bem que esta razão possa parecer coincidencia, estes anagramas eram frequentes no mundo da alquimia e do editorismo da época. Frequentemente, para as pessoas não serem persegui das por Roma nem verem as suas obras adicionadas ao Index, utilizavam homónimos e jogos de palavras para enganar as autoridades. Assim, um anagrama tão flagrante é quase aceite pela generalidade como apontando para o verdadeiro autor do MUTUS LIBER.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.alquimiamundial.com/laminasdealquimia.htm#mutus"&gt;LAMINAS MUTUS LIBER&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.esonet.org/Pinacoteca/Alchimia/MutusLiber/index_bn.htm"&gt;MUTUS LIBER &lt;/a&gt;- preto e branco&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.esonet.org/Pinacoteca/Alchimia/MutusLiber/index.htm"&gt;MUTUS LIBER&lt;/a&gt; - em cores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-1340180398728071505?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/1340180398728071505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=1340180398728071505' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1340180398728071505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1340180398728071505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/eugne-lon-canseliet-1899-1982.html' title='Eugène Léon Canseliet ( 1899 - 1982)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-475146518011064142</id><published>2007-12-28T11:47:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T19:33:46.109-08:00</updated><title type='text'>Albert Poisson (1868-1893)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/albert_poisson.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/albert_poisson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Albert Poisson é conhecido mundialmente pelas suas obras de alquimia. Filósofo e mestre das ciencias. É considerado um dos alquimistas mais famosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sua obra mais famosa é "Teoria e Simbolos dos Alquimistas"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-475146518011064142?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/475146518011064142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=475146518011064142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/475146518011064142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/475146518011064142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/albert-poisson-1868-1893.html' title='Albert Poisson (1868-1893)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-970680132913944496</id><published>2007-12-28T11:09:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T11:45:03.713-08:00</updated><title type='text'>Johann Conrad Dippel (1673 - 1734 )</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Dippel.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Dippel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi um teólogo, alquimista, e médico alemão (anatomia). Tinha o pseudonimo de Christianus Democritus, Ernst Christian Kleinmann y Ernst Christoph Kleinmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudou teologia, filosofia e alquimia na universidade de Geissen onde obteve um grau mestre em teologia no ano de 1693.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicou muitos trabalhos com o pseudonimo de Christianus Democritus, a maioria deles ainda está preservado. Escreveu que a religião não deve ser um dogma, deve ser simplesmente amor e auto-sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante sua estada no castelo de Frankenstein praticou alquimia e anamomia. Criou um óleo animal conhecido como óleo de Dippel o qual foi proposto para ser o equivalente ao Elixir da Vida. Trabalhando com nitroglicerina destruiu uma torre, mas detectou também o uso medicinal dela. Há boatos que Dippel trabalhava com "cadaveres" na experiencia de animá-los ou dar-lhes a vida. Por causa desses boatos, Dippel foi expulso da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1704 em Berlim, ele e o fabricante Heinrich Diesbach aplicaram o óleo em vez do carbonato do potassium para produzir tinturas vermelhas. Para sua surpresa obtiveram uma tintura azul "Berliner Blau", chamado também "Preussisch Blau" ou "azul da Prússia". Juntos fundaram uma fábrica em Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darmstadt: o Burg Frankenstein! Como o nome mesmo sugere, acredita-se que esse castelo influenciou a escritora Mary Shelley a escrever a história sobre monstro. Os primeiros registros que se tem desse castelo é do século XIII, e ele foi construído por uma família nobre chamada “von Frankenstein”. Um dia ele já foi uma fortaleza, mas hoje só tem duas torres e uma capela. No final do século XVII e começo do século XVIII, um alquimista e filósofo natural chamado Johann Conrad Dippel morou ali. Segundo o folclore, ele era acusado de violação de cadáveres (um crime até que comum para os filósofos naturais com interesse em anatomia). Entretanto, as histórias locais contam que ele conseguia dar vida aos mortos, e algumas vezes o próprio alquimista assinava o nome dele como sendo “von Frankenstein”, apesar de não ter nenhuma descendência da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se sabe é que a família da escritora Mary Shelley viajou pela região a caminho de Genebra, para visitar o Lord Byron, e em Genebra ela criou a história durante uma noite de contos de terror. Por isso, apesar da escritora nunca ter dito, acredita-se que ela visitou o castelo e escutou o folclore do local.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-970680132913944496?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/970680132913944496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=970680132913944496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/970680132913944496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/970680132913944496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/johann-conrad-dippel-1673-1734.html' title='Johann Conrad Dippel (1673 - 1734 )'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-557209503213287126</id><published>2007-12-28T09:40:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T11:01:25.914-08:00</updated><title type='text'>Sir Isaac Newton  ( 1643 —  1727)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/isaac_newton.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/isaac_newton.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Newton dedicou muitos de seus esforços aos estudos da alquimia. Escreveu muito sobre esse tema, fato que soube-se muito tarde, já que a alquimia era totalmente ilegal naquela época.&lt;br /&gt;O seu primeiro contato com caminhos da alquimia foi através de Isaac Barrow e Henry More, intelectuais de Cambridge. Em 1669 escreveu dois trabalhos sobre a alquimia, Theatrum Chemicum e The Vegetation of Metals.&lt;br /&gt;Outras publicações foram feitas por Newton sobre a alquimia. Todas profundamente importantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isaac Newton foi quem mais defendeu a existência da "quintessência" em suas teorias e discussões sobre os conceitos de matéria e energia. Muitas vezes, Newton deixou transparecer a sua crença em uma força imaterial presente nos corpos materiais e nas formas de energia. Ele admitia que matéria e luz comunicavam-se por algo desconhecido pela ciência. Em suas teorias sobre a propagação das vibrações dos corpos, chamava essa essência desconhecida pelo sugestivo nome de "espírito da matéria". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Do meu telescópio, eu via Deus caminhar! A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta. (Isaac Newton)"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos em curso no âmbito do Newton Project, que vem transcrevendo vários milhões de palavras inéditas escritas por Sir Isaac Newton sobre alquimia e teologia, estão a revelar gradualmente uma tripla identidade do grande matemático e físico que abriu caminho à chamada Revolução Científica da modernidade, a partir da segunda metade do século XVII. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é em suma a nova história que nos conta o livro «Newton herético», agora publicado em Portugal com a chancela da Ésquilo Editora. O primeiro Newton é o mais aclamado e conhecido, o co-inventor do cálculo infinitesimal, junto com Leibniz, o cientista que provou que a luz branca resulta de uma mistura de cores, explicou o arco-íris, construiu o primeiro telescópio reflector e a lei da gravidade universal que rege os movimentos dos planetas, dos cometas e das marés. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este é o Newton genial, incontestável. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só que, como em muitas personalidades originais e criadoras, Isaac Newton procurou esconder outras facetas da sua acção e do seu pensamento, que apenas partilhava com uma reduzida elite de amigos. Assim, sabe-se com fundamentadas razões que se aplicou secretamente ao longo de grande parte da sua vida ao estudo da alquimia e devotou-se igualmente a um contínuo esforço de interpretação das profecias da Bíblia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus manuscritos, finalmente disponíveis para uma análise crítica, excedem de longe os seus escritos sobre Física, e constituem um manancial precioso que está a revolucionar a imagem convencional do grande génio inglês a que os manuais nos tinham habituado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Newton alquímico já havia sido identificado reconhecido pelos seus biógrafos, já que tais como outros cientistas da sua época, como Robert Boyle, assumiam o interesse pela “magna arte” que iria ela própria transmutar-se na Química moderna. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Newton praticante da alquimia passou a figurar, ainda assim com algum embaraço dos seus admiradores, nas enciclopédias e compêndios. O inventário feito até gora atribui a Newton mais de um milhão de palavras escritas sobre alquimia, apoiada numa biblioteca com cerca de 50 volumes de tratados da especialidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sábio inglês calculava mesmo que a decifração dos segredos operativos da alquimia lhe poderiam fornecer o código da linguagem divina, o segredo do Logos da Criação. Newton entendia que o seu trabalho perseguia o essencial de uma tradição secreta de sabedoria, a prisca sapientia, que remontava às origens da história humana, suspeitando mesmo que os Antigos haviam já intuído a famosa lei do quadrado inverso da distância que o seu génio acabaria por descobrir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/manuLeft_Lav.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/manuLeft_Lav.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, mais complexa e controversa é sem dúvida a sua postura religiosa, a do Newton teólogo fundamentalista, crente na Bíblia como revelação de Deus, defensor da tese da corrupção dos textos sagrados por uma Igreja Católica sem escrúpulos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O matemático que dirigiu a maior assembleia científica do seu tempo, a Royal Society, aceitava a descrição literal da Criação do Mundo em seis dias, tendo revisto, por adiamento, a data de 4004 b.C. como o ano da Criação, tal como foi proposto pelo bispo irlandês James Usher, no século XVII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Newton, pelo contrário, achava que o Mundo havia sido criado 500 anos mais tarde! Os seus manuscritos de natureza teológica revelam um Isaac Newton inequivocamente próximo das doutrinas arianistas, formuladas no século IV por Arius, um sacerdote de Alexandria, que propunha uma cristologia original em que Deus e o Filho não eram co-eternos, sendo Jesus o filho de Deus mas não igual a Ele. Resulta daqui uma posição anti-trinitária, contra a Igreja Romana, acusada por Newton de forjar uma heresia a partir do Concílio de Niceia e sob inspiração do bispo Atanasius. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As doutrinas arianistas fecundaram inúmeras variantes, uma das quais o Unitarismo Universal que se opõe à doutrina da Santíssima Trindade católica e contrapõe um Deus único. Isaac Newton, que foi professor de Matemáticas durante 26 anos em Cambridge, por ironia, no conhecido Trinity College, teve de silenciar a sua condição herética, relativamente ao credo Protestante maioritário e manteve-se nos limites dos rígidos cânones sociais e religiosos britânicos da sua época. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decifração destes novos documentos atestam agora que o próprio labor científico de Isaac Newton visava consolidar, no fundo, a imagem de um Universo gerido por leis determinadas por uma entidade transcendente, tal como se deduz do “escólio” da sua obra mais aclamada, os Principia Mathematica, de 1687. Um Universo dotado de um espaço infinito que o matemático identificava com o “sensorium Dei”, mas que não se confundia de modo algum com o panteísmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Deus de Newton era o Deus dominador da Bíblia que, de quando em vez, intervinha ora para ajustar as órbitas de um qualquer planeta ora para evitar uma crise cometária. Este teísmo inequívoco está consagrado nos seus estudos bíblicos, em que empregou boa parte dos seus argumentos astronómicos e matemáticos para interpretar as cronologias propostas no Livro de Daniel e no Apocalipse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como milhões de Protestantes do século XVII, Newton acreditava que a História humana estava desenhada para um fim coincidente com a Segunda Vinda de Cristo; que o Papa era o Anticristo previsto pelo Apocalipse joanino, a incarnação de Satanás num derradeiro e fútil esforço para perturbar os planos de Deus; que os judeus regressariam a Jerusalém e se tornariam cristãos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regresso de Cristo e consequente Milénio de paz, vigiado por um Deus “de mão de ferro”, actuante a todo o momento e em todo o lugar, teria lugar nos finais do século XXI. Nunca antes de 2060, tal como Newton propõe nas suas “Observações sobre as Profecias de Daniel e o Apocalipse de S. João”, publicadas em 1733. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os manuscritos teológicos e alquímicos de Newton, à luz da crítica histórica em curso, permitem antever um homem brilhante e intuitivo, persistente nas suas convicções mais profundas, mas também receoso de uma eventual publicitação dos seus sentimentos e convicções mais ocultas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o século XVIII que o movimento das Luzes promoveu um Newton racionalista, o primeiro a inaugurar os caminhos da fria objectividade e do determinismo científico. Não parece mais sustentável esta imagem unilateral do sábio: Newton não foi o primeiro da Idade da Razão, mas sim provavelmente o último dos mágicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/clavis12.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" height="129" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/clavis12.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;* Doutor em História;&lt;/div&gt;Universidade Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1695371-EI295,00.html"&gt;Manuscrito de Isaac Newton traria data do apocalipse&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.newtonproject.sussex.ac.uk/prism.php?id=1"&gt;The Newton Projetc&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-557209503213287126?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/557209503213287126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=557209503213287126' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/557209503213287126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/557209503213287126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/sir-isaac-newton-1643-1727.html' title='Sir Isaac Newton  ( 1643 —  1727)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-4702606207261564671</id><published>2007-12-27T08:24:00.000-08:00</published><updated>2007-12-27T11:10:56.206-08:00</updated><title type='text'>John Dee - (1527 - 1608 ou 1609)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/johndee.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/johndee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi um matemático , astrônomo, astrólogo, geógrafo e conselheiro particular da rainha Elizabeth I.Devotou também grande parte de sua vida à alquimia, adivinhação, e à filosofia hermética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Dee era da religião anglicana. Estudou Hermetismo, Cabala, o Talmud, Astrologia e Alquimia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um inventário das posses de Dee mostra que ele foi um estudante de todas as artes e ciências. Ele tinha as obras completas de Platão e Aristóteles, bem como uma grande coleção de escritos Estóicos, Epicuristas, neo-Platônicos e Renascentistas. Estavam também representados os antigos poetas e dramaturgos, assim como os últimos trabalhos de matemática, engenharia e tecnologia. Ele coletou um vasto número de manuscritos sobre filosofia e ciência medievais e todo o material que pôde encontrar sobre magia e pensamento Hermético. Embora ele considerasse os teólogos Protestantes dogmáticos e auto-justificadores, ele coletou as obras de Lutero junto com as de Calvinistas e as incluiu entre Agostinho, Lactâncio, Boécio, Ramón Lull, Nicolau de Cusa e Erasmo. Ele possuía manuscritos hebreus sobre a Kabbalah e uma cópia do Corão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acreditava que a matemática (que considerava misticamente) era central ao progresso da aprendizagem humana. A centralidade da matemática na visão de Dee tornava-o mais moderno do que Francis Bacon, embora alguns estudiosos acreditem que a matemática foi propositadamente ignorada por Bacon por causa da atmosfera anti-ocultista do reino de James I. No entanto deve-se entender que a compreensão de Dee do papel da matemática é radicalmente diferente de nossa visão contemporânea.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1558 Dee imprimiu o Propaedeumata Aphoristica (Uma Introdução Aforística) e a dedicou a Mercator, com o motto: Qui non intelliget, aut taceat aut discat (Que quem não entende ou se cale ou aprenda). Convencido de que o cosmos é tanto construído como entendido de acordo com o número, Dee combinou a melhor matemática de sua era com uma revisão crítica da astrologia, em uma tentativa de apresentar a ciência dual da astronomia-astrologia sobre uma nova base. Sugerindo uma conexão íntima entre a ótica (propagação, magnificação e reflexão da luz) e a harmônica (a ciência Pitagórica da proporção), Dee argumentou que influências astrológicas poderiam ser usadas pelo sábio de modo terapêutico. Embora os planetas irradiassem incessante influência sobre a Terra, o poder e a natureza destas influências dependiam das relações mutáveis entre os planetas e do meio em que caem seus raios. De um ponto de vista prático, isso significava para Dee que o conhecimento preciso das propriedades ocultas das substâncias, das conjunções celestes e do uso de espelhos parabólicos para focalizar e concentrar os raios permitiriam aos magos alterar estados físicos e psíquicos nos seres humanos, afetando assim os movimentos da Natureza. De um ponto de vista teórico, Dee reconhecia que o tamanho, movimento e distância dos planetas eram relevantes para seus efeitos em qualquer tempo dado. Ele mostrou que ao todo são possíveis 25 mil conjunções diferentes, e uma vez que este enorme número impedia uma investigação empírica sobre qualquer possível resultado, ele apontou para um entendimento Pitagórico da geometria e da aritmética como uma chave para a resolução de todas as combinações. Para Dee, a "astrologia vulgar" era tão moralmente aviltante como falsa. A astrologia é um aspecto da matemática, ela mesma um ramo da filosofia, que é a arte de viver corretamente. Uma vez que o sol é tanto a fonte física de luz e vida como um símbolo da Deidade manifesta, enquanto a Terra era o foco das influências celestes, a teoria heliocêntrica de Copérnico tem grande valor metafísico e o ponto de vista geocêntrico de Ptolomeu é astrologicamente útil. Dee não via conflito entre estas concepções, pois elas se dirigem para fins distintos, e as descobertas de uma poderiam ser aplicadas no aperfeiçoamento da outra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dee estudou com muito cuidado a tradução dos Elementos de Euclides feita por Sir Henry Billingsly, corrigindo passagens difíceis e acrescentando anotações e diversas provas novas. Para a edição de 1570 ele compôs um Prefácio Matemático, que de uma vez declarava sua visão da matemática como uma ciência filosófica, seu motivo para publicar matéria erudita no vernáculo (em vez do latim usual) e suas originais premissas a respeito das ciências matemáticas. A Deidade manifesta e mantém o mundo através do número.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"A numeração, então, para Ele era a criação de tudo. E sua contínua numeração de todas as coisas é a sua conservação na existência... A constante lei dos números... está enraizada nas coisas naturais e sobrenaturais, e está prescrita para todas as criaturas, sendo guardada inviolavelmente".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Dee a matemática se divide em aritmética, que trata dos números e suas propriedades, e geometria, a ciência das magnitudes. O termo "geometria", contudo, tem uma excessiva conotação terrestre, e Dee sugeriu em troca "megetologia".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"... não se arrastando no chão e arregalando os olhos com varas, réguas ou linhas, mas elevando o coração acima dos céus por linhas invisíveis e raios imortais, encontrando reflexos da luz incompreensível, e produzindo assim alegria e perfeição inenarráveis".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A matemática é a chave para abrir os mistérios dos três mundos - terrestre, astral e celeste - e a base para a astronomia e a astrologia, para a antropografia (a análise matemática do homem) e estática (a análise do movimento e da inércia), bem como para todas as ciências teóricas, experimentais e aplicadas. A matemática fornece as correlações de todas as forças e formas no homem e na Natureza.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/secretenochjohndee.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/secretenochjohndee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;"Podemos nos aproximar do interior, da profundeza e da visão de todas as distintas virtudes, naturezas, propriedades e Formas das criaturas. E também ir mais longe, subir, escalar, ascender e atingir (com as asas da especulação) em espírito, para contemplar o Espelho da Criação, a Forma das Formas, o Número Exemplar de todas as coisas numeráveis, tanto visíveis como invisíveis, mortais e imortais, corpóreas e espirituais".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/tabsag2.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/tabsag2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Heptarchia Mystica é Magia Planetária independente e moderadamente complexa, similar em estilo porém não em conteúdo a vários Grimorios Solomonicos da época. Os documentos de sua apresentação podem ser encontrados em Misteriorum Libri Quinti de Dee. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/lamnhep3.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/lamnhep3.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Através da matemática Dee esperava prover uma base para unificar todas as ciências em um corpo unificado e coerente de conhecimento, que incluiria a ética, a psicologia e a ciência da espiritualidade. Para Dee a matemática não era simplesmente uma matéria a ser dominada, mas antes um modo de vida a ser consumado na ofuscante luz da Deidade. Dee pensava que a ciência e a matemática eram dignas de estudo por causa de seu valor intrínseco e prático, mas ele consagrou sua vida a elas porque estava convencido de que um verdadeiro entendimento delas forneceria os subsídios para uma religião global de amor e tolerância, os correlatos sociais do aprendizado e do silêncio. Embora não visse esta sua visão realizada, sua vida é um testemunho de seu poder e a validação de seu potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.esotericarchives.com/dee/monad.htm"&gt;John Dee: MONAS HIEROGLYPHICA&lt;/a&gt; - tenta simbolizar a homogeneidade do Universo e do Criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cosmos é representado pelo "Ovo da Águia", que não é exatamente circular quando considerado de um ponto de vista heliocêntrico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentro dele se encontram as grandes forças duais representadas pelo sol e pela lua, a primeira sendo criativa e iluminadora, e a segunda material e reflexiva. Elas se conjugam porque o poder solar não pode criar sem um substrato, e o veículo lunar não pode ser produtivo sem o alimento do sol. Assim, as hierarquias solar e lunar são mutuamente interdependentes, embora o sol seja invariavelmente a força causativa e superior. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto no centro do sol é o ponto de onde derivam todas as linhas e círculos (uma vez que uma linha não pode ser escrita sem pontos), e portanto é a semente do hieróglifo desdobrado. Esta é a primeira e mais elevada manifestação da atividade divina, e por isso é o Um. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cruz representa o ternário criativo como duas linhas e sua intersecção. Também representa o quaternário material através de quatro linhas se irradiando de um centro comum e produzindo quatro ângulos retos, que representam os quatro elementos, as quatro direções e os quatro reinos visíveis da Natureza (mineral, vegetal, animal e humano). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dois semicírculos abaixo da cruz constituem o signo zodiacal de Áries, o signo do fogo inicial e o começo de tudo que é terrestre. Tomados juntos, estes símbolos fornecem uma imagem da estrutura dinâmica da Natureza nas escalas cósmica e humana, e um meio para a autotransformação que conduz à verdadeira magia, que é a posse da sabedoria como uma arte e uma ciência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Traçando linhas de conexão e círculos de formas diferentes, a pessoa pode localizar os símbolos dos sete planetas sagrados (Lua, Vênus, Mercúrio, Sol, Marte, Júpiter e Saturno) e com isso a força sétupla da Natureza invisível. Usando estas chaves a pessoa tem como base para meditação os princípios necessários para a transmutação alquímica de sua própria natureza reduzindo-a a matéria prima ou fluido no ovo, e modelando-o em formas novas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;"Sei perfeitamente bem que tem havido certos homens que, através da arte dos escaravelhos, dissolveram o ovo da águia e sua casca com pura albumina e com isso fizeram uma mistura de tudo... Com isso quero dizer que se completou a grande metamorfose do ovo... Quem se dedica sinceramente a estes mistérios verá com clareza que nada pode existir sem a virtude de nossa Mônada hieroglífica."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De &lt;a href="http://www.esotericarchives.com/dee/chm.htm"&gt;Haptarchia Mystica&lt;/a&gt; que, em síntese, é um sistema de ocultismo prático, escrito em colaboração com Edward Kelly. Esse sistema mágico, chamado de "enoquiano", passou a fazer parte, em tempos relativamente recentes, dos ensinamentos de algumas escolas mágicas - por exemplo, a Golden Dawn. Os documentos de sua apresentação podem ser encontrados no &lt;a href="http://www.esotericarchives.com/dee/sl3188.htm"&gt;Misteriorum Libri Quinti&lt;/a&gt; de Dee&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.projetoaurora.com.br/books/K-%20The%20Dee%20Diaries1.PDF"&gt;DIÁRIO DE DEE&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-4702606207261564671?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/4702606207261564671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=4702606207261564671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4702606207261564671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4702606207261564671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/john-dee-1527-1608-ou-1609.html' title='John Dee - (1527 - 1608 ou 1609)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-5452226208850618081</id><published>2007-12-27T07:43:00.000-08:00</published><updated>2007-12-27T08:12:18.680-08:00</updated><title type='text'>Michael Maier (1568 - 1622)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/maier.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/maier.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi médico, filósofo e alquimista alemão. Escreveu o tratado alquímico Atalanta Fugiens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atalanta Fugiens&lt;br /&gt;UM TRATADO MUSICAL DE ALQUIMIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maier ensina subtilmente uma filosofia mística, religiosa e alquímica, por meio dos símbolos e dos emblemas do seu livro, cada um dos quais apresenta um modo de expressão poético, pictórico e musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de Majer e de Bry é um autêntico tratado de ocultismo em cinquenta "emblemas esotéricos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada "emblema" comporta três elementos: um "epigrama", breve poema alegórico em latim, acompanhado da sua tradução em alemão; uma gravura simbólica e uma "fuga" a três vozes, escrita sobre os dois primeiros versos do epigrama.Um título indica a significação geral de cada emblema. Cada um deles transpõe um mito antigo, conferindo-lhe uma ressonância alquímica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ponto de partida, ilustrado no frontispício, tem por base a lenda da deusa Atalanta (também chamada Ártemis e mesmo Diana, pelos Gregos e Romanos). Podemos seguir a sua aventura no enquadramento do título: à esquerda, no Jardim das Hespérides (as três ninfas no alto da gravura, são Aegle, Aeretusa e Hespertusa), guardado pelo dragão de sete cabeças (igualmente em cima), Hércules apossa-se dos frutos de ouro. Três deles caem nas mãos de Afrodite (Vénus) que, mortificada pela feroz castidade de Atalanta, os entrega ao belo Hipomanes com a missão de a seduzir. Hipomenes, conhecendo o estratagema pelo qual Atalanta se livrava dos pretendentes, resolver enganá-la. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atalanta impunha-lhes uma prova de corrida. Se o pretendente a vencesse, teria direito a desposá-la. Caso contrário, teria a cabeça decepada - o que sempre acontecia, uma vez que Atalanta era mais leve e mais veloz do que qualquer mortal. Hipomenes colocou-se entre os concorrentes. No momento da prova atirou os três frutos de ouro para a frente de Atalanta. Esta, curiosa, ou um tanto cúpida, abaixou-se para os examinar e recolher e, com isto, perdeu algumas passadas, o que bastou para que Hipomenes a vencesse (em baixo, à esquerda da gravura). A união consumou-se num templo consagrado a Zeus ou a Deméter (em baixo, à direita). Irritado por semelhante acto de profanação, o deus (ou a deusa), transformou-os respectivamente em leão e leoa (em baixo, à direita).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/img099.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/img099.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na gravura VIII vemos um homem erguendo uma espada com a qual irá tocar num ovo colocado sobre uma mesa baixa.À sua frente tem uma grande lareira com fogo de lenha a arder, e à sua direita um longo corredor abre para uma paisagem que se adivinha lá fora.A legenda diz: "Pega no ovo e toca-lhe com um glaivo de fogo". Nos versos do Epigrama conclui-se "...Com prudencia/toca-o (ao ovo) com uma espada de fogo, é esse o uso."&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse livro se desvenda o significado de vários mitos da Antiguidade clássica, mitos esses que, segundo Maier e outros alquimistas rosacrucianos, teriam um fundo químico oculto: por exemplo, o conhecido enigma de Édipo — qual é o animal com quatro pernas de manhã, duas ao meio-dia e três ao fim da tarde, e uma só voz —, não tem como resposta «o homem», mas sim a «pedra filosofal». Numa das gravuras da Atatlanta Fugiens vê-se em primeiro plano um grupo de três seres: um bebé gatinhando com um rectângulo na testa, ou seja, o princípio da força quadrática fundamental da «pedra» (nigredo), um adulto com uma meia-lua, também na testa, formada por duas linhas com duas pontas, figurando a pedra lunar branca (albedo), e um velho encurvado com um triângulo na testa e apoiando-se a uma bengala — o triângulo do corpo-alma-espírito, ou seja, a pedra filosofal solar, dotada do poder de tingir e curar (rubedo). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://levity.com/alchemy/emblems/embl273.html"&gt;AS 50 GRAVURAS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-5452226208850618081?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/5452226208850618081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=5452226208850618081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/5452226208850618081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/5452226208850618081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/michael-maier-1568-1622.html' title='Michael Maier (1568 - 1622)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-7717488633877672504</id><published>2007-12-26T07:27:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T08:52:44.860-08:00</updated><title type='text'>Michael Sendivogius (1566 - 1636)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/MichaelSendivogius.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/MichaelSendivogius.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Michał Sędziwój foi um alquimista, filósofo e médico polonês. Discípulo de Alexander Sethon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi um dos poucos alquimistas que supostamente conhecia o segredo da Pedra filosofal. E foi feito prisioneiro diversas vezes por príncipes alemães, que o torturaram a fim de que contasse sobre seus segredos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus trabalhos e livros, sendo o mais famoso deles 'Uma Nova Luz de Alquimia' (original em latim publicado em 1605), foram escritos na linguagem dos alquimistas, na realidade um código secreto que era compreensível apenas por outros alquimistas. Além de uma exposição relativamente clara da teoria de Sendivogius sobre a existência de um 'alimento da vida' no ar (isto é, do oxigênio), seus livros continham várias teorias científicas, pseudocientíficas e filosóficas e foram repetidamente traduzidas e divulgadas por pessoas ilustres tais como Isaac Newton no século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendivogius é citado in Ennoea.Ver Manget, v. 2, p. 463: Novum Lumen Chemicum (doze tratados), Dialogus Mercurii, Alchemistae et Naturae, Tractatus de Sulphuris e Chemia; Musaeum Hermeticum Reformatum: Novum lumen chemicum, Aenigma philosophicum, Dialogus Mercurii et Alchymistae et Naturae e Novi luminis tractatus alter de sulphure.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua obra mais famosa foi Novum lumen chymicum (1604); o presente trabalho se baseia na tradução inglesa de 1674, A New light of alchymy. Nos doze tratados que constituem a primeira parte desse livro, Sendivogius discute o que chamaríamos de uma ‘teoria da matéria’. Seu objetivo seria ajudar filósofos ou alquimistas a entender o segredo da pedra filosofal — cuja preparação e virtudes também são explicadas, ainda que obscuramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendivogius afirmava que todos os orpos proviriam de ‘sementes’. Assim, caso a ‘semente’ contida em um pedaço de ouro pudesse germinar adequadamente, teríamos a multiplicação do ouro. Para ele, “o ouro vulgar é como uma erva sem semente; quando ele amadurece, produz a semente”. Contudo, o ouro normalmente não consegue amadurecer devido à ‘crueza’ do ar, que não tem o ‘calor’ suficiente para levar adiante o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele fez uma analogia: existem laranjeiras na Polônia que florescem e dão frutos porque nesse país há calor suficiente; mas se forem plantadas em lugares mais frios nunca darão frutos. Assim, para que o ouro também dê frutos e sementes é preciso que o ‘artífice’ — por meio do fogo — ajude a natureza naquilo que ela não é capaz de fazer sozinha (Sendivogius, 1674, p. 90).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo para permitir o amadurecimento do ouro seria ‘abrir seus poros’, dissolvendo-o com uma ‘água’ muito especial: ‘a água que não molha as mãos’. Dez partes dela deveriam ser misturadas a uma parte de ‘ouro vivo’, e a mistura aquecida até a ‘resolução’ do corpo do ouro, obtendo-se a ‘umidade radical’ dos metais. A este produto se deveria adi- cionar ‘água de salitre’ e aquecer por um longo período — quando se observariam mudanças de cor. Então — quando a parte líquida da mistura fosse capaz de "tingir" um pedaço de ferro — se deveria adicionar o ‘leite da terra’, um líquido capaz de ‘calcinar ouro’. Sendivogius concluiu: “Até aqui chegou minha experiência; nada mais posso fazer, nada mais encontrei” — estando finalizada a preparação da&lt;br /&gt;pedra filosofal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra passagem de Novum lumen chymicum leva a crer que a expressão ‘ouro vivo’ se refere ao ouro antes de ser fundido e trabalhado pelo metalurgista (Sendivo-gius, 1674, p. 10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passo seguinte da receita de Sendivogius fala na adição de ‘água de salitre’. - O salitre de&lt;br /&gt;Sendivogius corresponde ao que hoje chamamos de oxigênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após&lt;br /&gt;um período prolongado de aquecimento nas condições que descrevemos, é possível que o ouro se solubilize, ao menos em parte. É claro que a solução assim obtida seria capaz de ‘tingir’ o ferro e outros metais — pela deposição de ouro metálico em sua superfície. O último passo menciona a adição de uma ‘água’ capaz de ‘calcinar o ouro’ — que poderia ser a ‘água-régia’, cuja preparação,&lt;br /&gt;segundo Bugaj, Sendi-vogius também conhecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto fundamental na filosofia de Sendivogius era sua crença numa analogia entre o macrocosmo (o Universo como um todo) e o microcosmo (o ser humano) — um tema então mui-&lt;br /&gt;to comum, cuja origem remonta à Antiguidade, e que foi de extrema importância na obra de Paracelso (Pagel,1982, p. 214-215), um dos autores mais influentes sobre Sendivogius. As partes do Universo seriam interligadas, e as analogias e simetrias poderiam ser observadas em todo lugar. Existiria, por exemplo, uma simetria entre o Sol e o ‘fogo central’ residente no interior da&lt;br /&gt;Terra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... o Sol é o centro entre as esferas dos planetas, e a partir deste centro dos céus, [o Sol] irradia seu calor para baixo, por meio de seu movimento. Assim também no centro da Terra há o sol da Terra, que devido a seu movimento perpétuo envia seu calor, ou raios, para cima, rumo à superfície da Terra.” (Sendivogius, 1674, p. 33)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa simetria seria fundamental para a geração dos seres. O calor e as emanações provenientes de cada um desses sóis, ao se encontrarem, gerariam a vida. Haveria também uma simetria entre o mar ligado ao sol central (isto é, as águas comuns da terra) e o mar ligado ao Sol celestial — que seria a atmosfera:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim como o sol central tem o seu mar, e águas cruas, que são perceptíveis, também o Sol celestial tem o seu mar, e águas sutis, que não são perceptíveis.&lt;br /&gt;Na superfície [da Terra] os raios de um se unem aos raios do outro e produzem flores e todas as outras coisas. Portanto, quando se formam as chuvas, estas recebem do ar aquele po- der da vida e o juntam com o salitre da terra...” (Sendivogius,1674, p. 44)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendivogius revela a existência de outra analogia fundamental: entre o ‘poder da vida’ residente no ar e governado pelo Sol celestial e o ‘salitre da terra’. Esse salitre seria capaz de atrair o ‘poder da vida’, assim como o ímã é capaz de atrair o ferro;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-7717488633877672504?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/7717488633877672504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=7717488633877672504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/7717488633877672504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/7717488633877672504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/michael-sendivogius-1566-1636.html' title='Michael Sendivogius (1566 - 1636)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-8328166132307476896</id><published>2007-12-25T06:32:00.000-08:00</published><updated>2007-12-25T09:38:05.178-08:00</updated><title type='text'>Manifestos - Francis Bacon</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/libros_p5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 370px; CURSOR: hand; HEIGHT: 203px; TEXT-ALIGN: center" height="178" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/libros_p5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fama Fraternitatis Rosae Crucis (Fama fraternitatis Roseae Crucis oder Die Bruderschaft des Ordens der Rosenkreuzer), ou simplesmente Fama Fraternitatis, é um manifesto rosacruciano publicado em 1614 na cidade alemã de Kassel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fama Fraternitatis foi dirigido às autoridades políticas e religiosas, bem como aos cientistas da época. Ao mesmo tempo em que fazia um balanço talvez negativo da situação geral na Europa, revelou a existência da Ordem da Rosa+Cruz através da história alegórica de Christian Rosenkreutz (1378-1484), desde o périplo que o levara pelo mundo inteiro antes de dar vida à Fraternidade Rosacruz, até à descoberta de seu túmulo. Esse Manifesto já fazia apelo a uma Reforma Universal. Continha a história, a constituição e as Leis da Ordem. A confissão da Fraternidade da Rosa-Cruz dava 37 razões para sua existência, definindo seus objetivos e os meios para alcançá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://oolhodehorus.wordpress.com/tag/fama-fraternitatis/"&gt;‘Fama Fraternitatis’&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confessio Fraternitatis (Confessio oder Bekenntnis der Societät und Bruderschaft Rosenkreuz), ou simplesmente Confessio Fraternitatis, é um manifesto rosacruciano publicado em 1615 na cidade alemã de Kassel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confessio Fraternitatis completou o primeiro Manifesto, por um lado insistindo na necessidade do ser humano e a sociedade se regenerarem e, por outro lado, indicando que a Fraternidade dos Rosacruzes possuía uma ciência filosófica que permitia realizar essa Regeneração. Nisso ela se dirigia antes de tudo aos buscadores desejosos de participar nos trabalhos da Ordem e promover a felicidade da Humanidade. O aspecto profético desse texto intrigou muito os eruditos da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (Chymische Hochzeit Christiani Rosencreutz anno 1459), ou simplesmente Núpcias Alquímicas (ou Químicas) de Christian Rozenkreuz, é um manifesto rosacruciano publicado em 1616 na cidade alemã de Estrasburgo (anexada à França em 1681).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Casamento Alquímico de Christian Rosenkreutz, num estilo bastante diferente dos dois primeiros Manifestos, relatou uma viagem iniciática que representava a busca da Iluminação. Essa viagem de sete dias se desenrolava em grande parte num misterioso castelo onde deviam ser celebradas as bodas de um rei e de uma rainha. Em termos simbólicos, o Casamento Alquímico descrevia a jornada espiritual que leva todo Iniciado a realizar a união entre sua alma (a esposa) e Deus (o esposo).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-8328166132307476896?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/8328166132307476896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=8328166132307476896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8328166132307476896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8328166132307476896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/manifestos-francis-bacon.html' title='Manifestos - Francis Bacon'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-2786756553589461392</id><published>2007-12-24T11:33:00.000-08:00</published><updated>2007-12-24T12:17:43.817-08:00</updated><title type='text'>Francis Bacon (1561-1626)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Francis_Bacon.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Francis_Bacon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Francis Bacon foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator. Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes, Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616). &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Francis Bacon estava ligado a sociedades secretas. Rattansi &amp;shy; É verdade, mas o racionalismo de sua obra prevaleceu. Bacon interessava-se por astrologia e tentou formular uma ciência empírica baseada na co-relação das conjunções astrológicas e os fatos históricos. Se tivesse levado a cabo esse projeto, a ciência hoje seria completamente diferente. Mas pressões acadêmicas da época forçaram-no a abandonar a empreitada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A produção intelectual de Bacon foi vasta e variada. De modo geral, pode ser dividida em três partes: jurídica, literária e filosófica.&lt;br /&gt;&lt;a id="Obras_jur.C3.ADdicas" name="Obras_jur.C3.ADdicas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras filosóficas mais importantes de Bacon são Instauratio magna (Grande restauração) e Novum organum. Nesta última, Bacon apresenta e descreve seu método para as ciências. Este novo método deverá substituir o Organon aristotélico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seus escritos no âmbito filosófico podem ser agrupados do seguinte modo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Bacon_Great_Instauration_frontispie.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Bacon_Great_Instauration_frontispie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;1) Escritos que faziam parte da Instauratio magna e que foram ou superados ou postos de lado, como: De interpretatione naturae (Da interpretação da natureza), Inquisitio de motu (Pesquisas sobre o movimento), Historia naturalis (História natural), onde tenta aplicar seu método pela primeira vez;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2) Escritos relacionados com a Instauratio magna, mas não incluídos em seu plano original. O escrito mais importante é New Atlantis (Nova Atlântida), onde Bacon apresenta uma concepção do Estado ideal regulado por idéias de caráter científico. Além deste, destacam-se Cogitationes de natura rerum (Reflexões sobre a natureza das coisas) e De fluxu et refluxu (Das marés);&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3) Instauratio magna, onde Bacon procura desenvolver o seu pensamento filosófico-científico e que consta de seis partes: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(a) Partitiones scientiarum (Classificação das ciências), sistematização do conjunto do saber humano, de acordo com as faculdades que o produzem; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(b) Novum organum sive Indicia de interpretatione naturae (Novo método ou Manifestações sobre a interpretação da natureza), exposição do método indutivo, trabalho esse que reformula e repete o Novum organum; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(c) Phaenomena universi sive Historia naturalis et experimentalis ad condendam philosophiam (Fenômenos do universo ou História natural e experimental para a fundamentação da filosofia), versa sobre a coleta de dados empíricos; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(d) Scala intellectus, sive Filum labyrinthi (Escala do entendimento ou O Fio do labirinto), contém exemplos de investigação conduzida de acordo com o novo método; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(e) Prodromi sive Antecipationes philosophiae secundae (Introdução ou Antecipações à filosofia segunda), onde faz considerações à margem do novo método, visando mostrar o avanço por ele permitido; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(f) Philosophia secunda, sive Scientia activa (Filosofia segunda ou Ciência ativa), seria o resultado final, oragnizado em um sistema de axiomas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://ich.ufpel.edu.br/economia/professores/nelson/metodecon/novum_organum.pdf"&gt;NOVUM ORGANUM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-2786756553589461392?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/2786756553589461392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=2786756553589461392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2786756553589461392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2786756553589461392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/francis-bacon-1561-1626.html' title='Francis Bacon (1561-1626)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-3340926837755433130</id><published>2007-12-24T09:00:00.000-08:00</published><updated>2007-12-24T09:48:00.029-08:00</updated><title type='text'>Nostradamus - ( 1503-1566)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Nostradamus-Astrologia-Previsoes-02.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Nostradamus-Astrologia-Previsoes-02.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Michel de Nostredame ou Miquèl de Nostradama foi um apotecário e pretenso médico da Renascença que praticava a astrologia e a alquimia (como muitos dos médicos do século XVI). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escritas em linguagem simbólica, as Profecias de Nostradamus escondem, em diversas quadras, a sabedoria esotérica preservada pelos iniciados na arte da alquimia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouca gente sabe que o médico e astrólogo Michel de Notredame levava particularmente uma vida secreta regrada pela excelsa tradição dos alquimistas. Seguiu à risca todos os seus preceitos, exceto aquele que pede a preservação do anonimato em suas vidas. Mas desculpa-lhe o fato de ter sido um dos principais médicos a se envolver no combate à terrível peste negra que assolava a Europa, mais precisamente o sul da França, na primeira metade do século 16. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na IV Centúria, quadras 28, 29, 30, 31 e 33, raro ponto do extenso livro em que as quadras alquímicas se acham assim concentradas, muito próximas. Outras mais se dispersam ao longo de toda a obra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Detenhamo-nos na quadra 29, acima citada: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Le sol caché eclipse par Mercure, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ne sera mis que pour le ciel seconde: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De Vulcan Hermes sera faicte pasture, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sol sera veu pur, rutilant e blond. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(“O Sol estará eclipsado por Mercúrio, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não estará posto senão em céu segundo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De Vulcano Hermes será feito pastor [ou pasto], &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sol será visto puro, rutilante e dourado.”) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Genericamente falando, a simbologia alquímica nos leva à imagem do chumbo, metal denso e pesado, associado aos aspectos mais brutos de nosso psiquismo, sendo transformado em ouro pela ação parcimoniosa do alquimista. Ora et Labora (ou seja, “oração e trabalho”) é uma das principais máximas dos iniciados em seus mistérios. Daí vem o termo laboratório (labor, trabalho; oratório, lugar de orações), a designar para os alquimistas tanto o local de pesquisas e estudo da natureza, como também o sentido de suas buscas. Nessa temática, o elemento ouro, metal nobre e incorruptível, representa o ideal de perfeição almejado. Puro e reluzente, acha-se simbolicamente ligado a tudo aquilo que brilha dentro de nós. Representaria assim nossos melhores aspectos, ou mesmo a divindade, essencialmente presente em toda e qualquer parte do universo, inclusive em nosso mundo interior, onde se escondem em suas partes mais profundas outros inúmeros aspectos terríveis e grotescos que esperam por sua delapidação, isto é, pela transmutação capaz de lhes (nos) aprimorar o espírito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os alquimistas dedicavam-se, exclusivamente, à edificação da Opus Magna, ou “Grande Obra”, na linguagem esotérica. Isso nada mais significa do que a responsabilidade atribuída a cada um de edificar a própria vida, que deveria estar destinada ao aprimoramento pessoal. Daí ser fundamental a procura pela pedra filosofal, espécie de catalisador espiritual de todo o processo alquímico, capaz de acelerar a transmutação do chumbo em ouro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Nostradamus_Centuries1720.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Nostradamus_Centuries1720.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A imagem da pedra filosofal, na verdade, está associada ao deus grego Hermes (Mercúrio para os romanos), personagem mitológico que se comporta como “mensageiro de Zeus”, a servir de elo entre nós, seres humanos, e a suprema divindade. A pedra viabilizaria, portanto, a descoberta do elemento áureo ou divino que trazemos em nosso âmago, cujo poder é o de nos transformar para algo melhor, sutil e valioso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Biblioteca Nacional de Paris e na Biblioteca Méjanes de Aix-en-Provence estão guardadas 51 cartas, entre enviadas e recebidas, datadas entre 1557 e 1565, nas quais Nostradamus se declara alquimista, ainda que de modo reservado, somente entre seus pares, para não despertar maiores problemas do que os que já tivera com a Santa Inquisição. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/planetanaweb/flash/encantamentos/pagao/nostradamus.htm"&gt;NOSTRADAMUS - curiosidades &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-3340926837755433130?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/3340926837755433130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=3340926837755433130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3340926837755433130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3340926837755433130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/nostradamus-1503-1566.html' title='Nostradamus - ( 1503-1566)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-8664683079254244839</id><published>2007-12-23T12:05:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T14:10:14.990-08:00</updated><title type='text'>Paracelso - Algumas Obras</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/mercury.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 99px; CURSOR: hand; HEIGHT: 125px" height="303" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/mercury.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Os alquimistas velaram principalmente seus segredos por meio de símbolos e frases alegóricas, a que os profanos atribuíam as mais grotescas interpretações, quando toma-das ao pé da letra. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como discípulo de Tritheme, Paracelso assimilou sua terminologia e em seu vocabulário chama o princípio da Sabedoria de Adrop e Azane, que correspondem a uma tra-dição esotérica da Pedra Filosofal, onde Azoth é o princípio criador da natureza ou força vital espiritualizada, Cherio é a quintessência de um corpo, seja ele animal ou mineral; é o seu quinto princípio ou potência, Derses é o sopro oculto da terra que ativa seu desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo sua interpretação a Magia é a Sabedoria; é o emprego consciente das forças espirituais que visa a obtenção de fenômenos visíveis ou tangíveis, reais ou ilusórios, é o uso do poder da vontade, do amor e da imaginação, representa a força mais poderosa do espí-rito humano empregada em prol do bem. Assim, o glossário de Paracelso se caracteriza pelo caráter oculto de uma terminologia, no entanto, a chave dessa linguagem misteriosa não se perdeu, foi guardada pelos cabalistas e transmitida oralmente entre os iniciados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Defendia a teoria da transmutação dos metais em substâncias diversas, aceitas até os dias de hoje; suas investigações principais ocuparam-se das propriedades curativas dos metais conhecida atualmente como Metaloterapia. Suas investigações culminaram na teoria das três Substâncias, onde todos os corpos estão formados por três princípios básicos, que ele chamou de Enxofre, Mercúrio e Sal, os quais não devem ser confundidos com os assim cha-mados pela química moderna pois, tem um significado simbólico, onde: o Enxofre (carga ener-gética) significa o fogo, o Mercúrio (princípio úmido (líquido) representa a água e o Sal(parte mais sólida representa a terra ou ainda a Volatilidade, Fluidez ou Solidez. Cada substância ou matéria em crescimento é constituída de Sal, Enxofre e Mercúrio; a força vital consiste na união dos três princípios, uma tríplice ação; a ação da purificação por meio do Sal, dissolução e consumação pelo enxofre e a eliminação pelo Mercúrio, o qual absorve o que o Sal e o En-xofre repelem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na maioria dos três princípios, considerava como premissa de toda ativi-dade a parte constitutiva de todos os corpos: Alma, Corpo e Espírito, de uma matéria que é única.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sulphur.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 89px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" height="169" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sulphur.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Em sua obra "ARQUIDOXO MÁGICO",&lt;/strong&gt; que trata de amuletos e talismãs, é que Para-celso expõe seus conhecimentos da imensa força do magnetismo, combinando metais sob de-terminadas influências planetárias com o objetivo de curar doenças. Entre os metais utiliza-dos destacam-se ouro, prata, cobre, ferro, estanho, chumbo e mercúrio, no total de sete, com sig-nos celestes e caracteres cabalísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em "AS PROFECIAS",&lt;/strong&gt; publicadas pela primeira vez na língua alemã por volta de 1530, estavam 32 gravuras simbólicas que tinham sido encontradas no monastério de Dar-thauser em Nurenberg; cada gravura estava acompanhada de uma legenda escrita em um estilo obscuro e enigmático, com textos de difícil interpretação; neles estariam guardadas os aconte-cimentos do futuro em uma espécie de filme, porém cujo desenrolar seria independente da se-qüência cronológica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sua "FILOSOFIA OCULTA"&lt;/strong&gt; possui um especial interesse, por conter opini-ões sobre as artes mágicas, manifestando seu vínculo ideológico ao cristianismo, destacando o papel da fé e da imaginação; contém uma série de observações que poderiam muito bem in-cluir-se no que hoje chamamos Medicina Psicossomática.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na "BOTÂNICA OCULTA"&lt;/strong&gt; diz que para conhecermos o mundo das plantas do ponto de vista oculto, devemos necessariamente estudá-las em suas relações com o Macro e o Microcosmo. Cada planeta é como uma estrela terrestre, suas propriedades celestes se acham inscritas nas cores das pétalas e suas propriedades terrestres na forma das folhas; toda a magia nelas esta contida, uma vez que em seu conjunto as plantas representam a potência dos astros; o Reino Vegetal esta sob a influência dos planetas e tem como finalidade alimentar o homem e curar suas doenças. Em seu corpo físico atua a alimentação, em seu corpo eletro-magnético atuam pela cura de suas doenças e em seu corpo astral: sonambulismo ou êxtase.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/salt.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 96px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" height="187" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/salt.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em sua obra "TRATADO DAS DOENÇAS INVISÍVEIS",&lt;/strong&gt; nos diz que se qui-sermos buscar a Deus, devemos buscá-lo dentro de nós mesmos, pois fora jamais o encontra-remos. O Reino de Deus, dizia ele, contém uma relação intima com nossa vida de Fé e de Amor, uma infinidade de mistérios que a alma penetrante vai descobrindo uma por uma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-8664683079254244839?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/8664683079254244839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=8664683079254244839' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8664683079254244839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8664683079254244839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/os-alquimistas-velaram-principalmente.html' title='Paracelso - Algumas Obras'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-1099230190819422962</id><published>2007-12-23T06:57:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T08:05:02.301-08:00</updated><title type='text'>Botanica Ocuta - Paracelso</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botanicaoculta-1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botanicaoculta-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; No glossário de Paracelso vemos que o princípio da sabedoria se chama Adrop e Azane, que corresponde a uma tradução esotérica da pedra filosofal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Azoth&lt;/strong&gt; é o princípio criador da Natureza ou a força vital espiritualizada. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Cherio&lt;/strong&gt; é a quintessência de um corpo, seja ele animal, vegetal ou mineral; é o seu quinto princípio ou potência. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Derses&lt;/strong&gt; é o sopro oculto da Terra que ativa seu desenvolvimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ilech Primum&lt;/strong&gt; é a Força Primordial ou Causal. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Magia&lt;/strong&gt; é a sabedoria, é o emprego consciente das forças espirituais, que visa a obtenção de fenômenos visíveis ou tangíveis, reais ou ilusórios; é o uso benfeitor do poder da vontade, do amor e da imaginação; representa a força mais poderosa do espírito humano empregada em prol do bem. Magia não é bruxaria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observamos que Paracelso estabeleceu uma divisão dos elementos a serem estudados nos corpos animais, vegetais ou minerais. Dividiu-os em Fogo, Ar, Água e Terra, conforme tinham procedido também os antigos. Estes elementos se acham presentes em todo corpo, seja ele organizado ou não, e separáveis uns dos outros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas investigações culminaram em sua Teoria das Três Substâncias, bases necessárias a todos os corpos, a que ele chamou de enxofre, mercúrio, sal, em sua linguagem cifrada. O enxofre significa o fogo; o mercúrio, a água; o sal, a terra. Ou, de outra maneira: a volatilidade, a fluidez, a solidez. Omitiu o ar por considerá-lo produto do fogo e da água. Todos os corpos, orgânicos ou minerais: homem ou metal: ferro, diamante ou planta constituíam, segundo ele, combinações variadas desses elementos fundamentais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Teoria dos Três Princípios&lt;/strong&gt;: sustenta que cada substância ou matéria em crescimento é constituída de Sal, Enxofre e Mercúrio; a força vital consiste na união dos três princípios; existe, portanto, uma ação tríplice, sempre atuante para cada corpo: a ação da purificação por meio do sal, a da dissolução ou consumação pelo enxofre e a da eliminação pelo mercúrio. O sal é um alcalino; o enxofre, um azeite; o mercúrio, um licor (a água), mas cada uma das matérias possui sua ação separadamente das outras. Nas doenças de certa complicação, as curas mistas são indispensáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paracelso descreve as três maneiras como o sal limpa e purga o corpo diariamente pela vontade do Archeus ou a força vivificante, inerente a cada órgão. No mundo dos elementos há várias espécies de álcalis, como a cássia, que é doce; o sal-gema, que é acre; o acetado de estanho, que é azedo; a colocíntida, que é amarga. Determinados álcalis são naturais enquanto que outros são extratos; e outros ainda se acham coagulados e atuam por expulsão ou por transpiração ou por outros meios. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TEORIAS HERMÉTICAS&lt;/strong&gt; - Na origem primordial das coisas, os filósofos concebiam um caos no qual estavam prefiguradas as formas de todo o Universo; uma matriz ou matéria cósmica e, por outro lado, urçi fogo gerador em que a ação recíproca constituía a mônada, a pedra de vida ou Mercúrio: meio e fim de todas as forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fogo é ardente, seco, macho, puro, forte; é o espírito de Deus levado sobre as águas, a cabeça do dragão, o Enxofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Caos é uma água espermática, cálida, fêmea, úmida, lodosa, impura: o Mercúrio dos alquimistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação destes dois princípios, no Céu, constitui o bom princípio:* luz, o calor, a geração das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação destes dois princípios sobre a Terra constitui o mau princípio: a obscuridade, o frio, putrefação ou a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Terra o fogo puro se converte em grande Limbo o yliáster, o misterium magnum de Paracelso; isto é, uma terra vã e confusa, uma lua, com água mercurial, o Tohu v'bohou de Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a água pura e celeste passa a ser uma matriz, terrestre, fria e seca, passiva: o Sal dos alquimistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira vemos como na Natureza todas as coisas passam por três idades. Seu começo ou nascimento surge na presença de seus princípios criadores. Este duplo contato produz uma luz, depois vêm as trevas e uma matéria confusa e mista: é a fermentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta fermentação termina com uma decomposição geral ou putrefação, depois do que as moléculas da matéria em ação começam a coordenar-se, segundo a sutilídade da mesma: é a sublimação, é a vida que se manifesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, chega o momento em que este último trabalho cessa: é a terceira idade. Então se estabelece a separação entre o sutil e o rude; o primeiro se eleva ao céu; o segundo permanece na terra; o restante permanece nas regiões aéreas. É o último término, a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseguimos registrar o transcurso das quatro modalidades da substância universal chamadas Elementos; o fogo, a terra e a água reconhecemo-los facilmente e podemos coordenar todas estas noções, estabelecendo um quadro de analogia que podemos ler mediante o triângulo pitagórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo é seguido na índia (sistema Sankya) e na Cabala (Tarot e Sefiroth).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui os princípios atuantes nos três mundos, segundo a terminologia hermética:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro mundo, o Espírito de Deus, o Fogo incri-ado, fecunda a água sutil, caótica, que é a luz criada ou a alma dos corpos.&lt;br /&gt;No segundo mundo, essa água caótica, que é ígnea e contém o enxofre de vida, fecunda a água intermédia, este vapor viscoso, úmido e gorduroso, que é o espírito dos corpos.&lt;br /&gt;No terceiro mundo, esse espírito, que é fogo elemental, fecunda o éter ígneo, que se chama também água espessa, lodo, terra andrógina, primeiro sólido e misto fecundado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, cada criatura terrestre é formada pela ação de três grandes séries de forças: umas provêm do céu empírico; outras, chegam do céu zodiacal;e as últimas, do planeta ao qual a respectiva criatura pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do céu empírico vêm a Anima Mundi, o Spiritus Mun-di e a Matéria Mundi, vapor viscoso, semente universal e incriada.&lt;br /&gt;Do céu zodiacal vêm o enxofre de vida, o mercúrio intelectual ou éter de vida e o sal de vida ou água-princípio, semente criada e matéria segunda dos corpos.&lt;br /&gt;Do planeta vêm o fogo elemental, o ar elemental (veículo de vida) e a água elemental (receptáculo de sementes e semente inata dos corpos). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-1099230190819422962?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/1099230190819422962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=1099230190819422962' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1099230190819422962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1099230190819422962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/no-glossrio-de-paracelso-vemos-que-o.html' title='Botanica Ocuta - Paracelso'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-9200695163223466015</id><published>2007-12-22T09:36:00.000-08:00</published><updated>2007-12-22T21:44:09.100-08:00</updated><title type='text'>Paracelso - (1493-1541)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/paracelso.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/paracelso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Aquele que imagina que todos os frutos amadurecem ao mesmo tempo, como as cerejas, nada sabe a respeito das uvas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Paracelso é o pseudônimo de Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Médico e astrólogo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botoculta.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fundador da química médica, aplicou muitos seguimentos astrológicos na prática da medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se interessou pela inter relação homem-cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paracelso descreve a força vital como uma emanação dos astros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Sol está em relação com o coração, a lua com o cérebro, Júpiter com o fígado, Saturno com o baço, Mercúrio com os pulmões, Marte com a bilis e Venus com os rins e os orgãos de geração. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O médico deve conhecer os planetas domicrocosmo, o meridiano, o zodíaco, o oriente e o ocidente, sem o qual não pode descobrir os segredos mais ocultos da natureza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos sete livros do Arquidoxo Mágico escrito por Paracelso, encontramos o seguinte texto:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botanicaoculta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botanicaoculta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O SELO DOS PLANETAS - LIVRO VII: &lt;em&gt;Os selos dos planetas, é certo, eles tem força e virtude se se prepraram e se colocam a um tempo conveniente, de acordo com as indicações dos céus. Ninguém pode negar os poderes dos astros e sua influencia sobre todos os mortais de nossa terra. É certo que se os planetas e os astros superiores tem capacidade de exercer suas influencias sobre os humanos, como não há de ser possível que eles mesmos rejam outras coisas tais como metais, pedras, imagens e os minerais? Desde logo que estas forças se imprimem em tudo. É possivel para o homem reunir e agrupar estas forças em algum meio, para poder manejá-las; seja este meio um metal, uma pedra, um mineral ou uma imagem. Os sete planetas possuem toda sua força em seus próprios metais a saber: O Sol é o ouro. A Lua é a prata. Venus é o cobre. Júpiter é o estanho. Mercúrio é o mercurio. Marte é o ferro. Saturno é o chumbo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Saibam então que todos os sete metais são nascido de uma matéria tripla, a saber: mercúrio, enxofre e sal, mas com coloridos peculiares e distintos”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele rejeitava as tradições gnósticas, mas manteve muitas das filosofias do Hermetismo, do neoplatonismo e de Pitágoras; de qualquer modo, a ciência Hermética tinha tantas teorias aristotélicas que a sua rejeição do Gnosticismo era praticamente sem sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em particular, Paracelso rejeitava as teorias mágicas de Agrippa e Flamel. Ele não se achava um mago e desprezava aqueles que achavam que fosse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paracelso fazia freqüentes associações entre Magia e Imaginação. "&lt;em&gt;O visível esconde o invisível, mas apesar disso conseguimos o invisível apenas através do visível",&lt;/em&gt; dizia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse caso, magia significa a ação direta sobre as pessoas e todos os seres, sem ajuda da matéria. Ou seja, o mago é capaz de causar efeitos físicos sem ajuda física. No livro Paracelso - Alquimista, Químico, Pioneiro da Medicina, o historiador e filósofo Lucien Braun, cita: &lt;em&gt;"toda natureza invisível se movimenta através da imaginação. Se a imaginação fosse forte o suficiente, nada seria impossível, porque ela é a origem de toda magia, de toda ação através da qual o invisível (de um ou outro modo) deixa seu rastro no visível. A energia da verdadeira imaginação pode transformar nossos corpos, e até influenciar no paraíso...".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paracelso foi um astrólogo, assim como muitos (se não todos) dos físicos europeus da época. A Astrologia foi uma parte muito importante da Medicina de Paracelso. Em um de seus livros, ele reservou várias seções para explicar o uso de talismãs astrológicos na cura de doenças. Criou e produziu talismãs para várias enfermidades, assim como talismãs para cada signo do Zodíaco. Ele também inventou um alfabeto chamado "Alfabeto dos Reis Magos" e esculpiu nos talismãs nomes angelicais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sua visão hermética, a doença e a saúde do corpo dependem da harmonia do homem com o microcosmo e a Natureza do macrocosmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botoculta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/botoculta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De acordo com Paracelso, a cura apóia-se em quatro bases distintas: filosofia, astronomia, alquimia e virtus. &lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A filosofia significa: abrir-se ao conjunto das forças naturais, observar essas forças invisíveis na penetração da realidade total e perceber o invisível no visível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A astronomia explica as influências dos astros na saúde e nas enfermidades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A alquimia torna-se útil no preparo dos medicamentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O termo virtus é uma alusão a honestidade do médico que, através do raciocínio de Paracelso, é uma pessoa em constante evolução e aperfeiçoamento, e deve reconhecer a ação da natureza invisível no doente ou, em se tratando do remédio, como atua no plano visível. Assim, o conhecimento médico tem menos a ver com conhecimento intelectual do que com a intuição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-9200695163223466015?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/9200695163223466015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=9200695163223466015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/9200695163223466015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/9200695163223466015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/paracelso-1493-1541.html' title='Paracelso - (1493-1541)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-335120702381554824</id><published>2007-12-21T19:42:00.000-08:00</published><updated>2007-12-21T20:55:57.805-08:00</updated><title type='text'>As Doze Chaves - Basilio Valentim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a esposa púdica seja unida a seu esposo. A coroa do rei, feita de um metal flavo. Livra a continuação o rei ao homem de um lobo vivaz. Faz isto tres vezes e consume ao lobo por um fogo muito violento. O rei sairá com ele puro de mancha e de seu proprio sangue te poderá renovar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixadas suas vestes, que o Sol com Diana sejam desnudos um e outro, para o himeneu desejado, que dois lutadores se faça o precioso banho da esposa, para que ela lave em seu corpo em atenção ao esposo os combatentes combaterem, e quando seu ardor marcial tenha cessado, terão um belo troféu de sua luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proveniente da rocha, que o dragão halado seja unido à aguia: Um queimará suas plumas, e o outro fundirá suas neves. Preserva bem teu enxofre com o sal celeste para que o galo devore a raposa maliciosa. O pássaro afogado na onda retomará vida ao fogo, e a sua vez morrerá sob os dentes da raposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda carne aqui embaixo provém da terra, ao fim de pouco tempo retornará a cinzas; o sal sairá daí, por meio do qual reaparecerá ao dia da carne assim dissolvida, tú que desta maneira queres ver as formas passadas, entrega ao sal em vem do enxofre e o mercúrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave V&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;A terra por ela mesma não produz nada, é o espirito quem abastece e sustenta a vida. Toma sua origem dos astros luminosos. Daí todos os metais extraem suas qualidades. A pedra Hercúlea se une com amor ao ferro, assim, nosso leão ama a nosso mercúrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave VI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Femea e macho unidos fazem germinar a semente. Que então Netuno prepare os banhos requeridos depois que o macho duplo devore um nervoso cisne a fim de que dois percam e recobrem sua vida, quatro ventos soprarão e o rei, pelo fogo, se unirá cheio de amor, a sua esposa querida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave7.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chave VII&lt;/p&gt;Primavera, verão, outono, água, sal dos Sábios Compõe nosso caos a acalentar ao sol. se sem embargo, dos astros, não há posto pesos justos, nenhuma propicia brisa cumprirá teus desejos. Do firme selo de Hermes, fecha o vidro, por temor a que tua materia não seja presa do errante vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave8.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chave VIII&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para apodrecer-se as sementes à terra se confiam. Nossos corpos são postos na tumba, mas para voltar a sair. Assim, todos os elementos se encontram em cada um, se podes, como convém, de um extrair os outros. É isto o fim da obra, a meta de todos os trabalhos; se o tem bem ajustado, obterás dele a chave. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave9.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chave IX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faz que de um triplo coração cresçam tres serpentes vivas, depois encerra-las juntas em um vaso de cristal. Venus faz admirar a graciola cauda do pavão, e alegra teus olhos com um cisne branco como a neve. Favorito de Saturno, um corvo negro seguirá, e depois dele a asa da águia apresentará suas plumas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave10.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chave X&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua ajuda a Hiperión com seus raios. Mercurio sofre o dano, e ele perceberá se não lhe der prontamente seu Jamsuf. Tú que compreendes este verso dá gracias a Jehovah de que um tal entendimento seja outorgado aos mortais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave11.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Chave XI&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como Orfeu a Eurídice, o irmão desposará a irmã, e de seus corpos se verterá o sangue. Junta-lo ao humor cálido do pai e da mãe, depois fecha com cuidado o globo dos Adeptos. então o feróz leão de prolífico corpo Contemplará, feliz, sua numerosa prole.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave12.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/llave12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Chave XII&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o leão generoso devora a serpente Mercurio te dará flores a milhares. a pedra sem fermento não pode produzir ouro, porém terá muito unida a ele por ingresso. Por ela verá que tudo o que está oculto, e Deus será propício a satisfazer teus desejos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-335120702381554824?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/335120702381554824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=335120702381554824' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/335120702381554824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/335120702381554824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/antes-de-comear-gostaramos-de-vos-dizer.html' title='As Doze Chaves - Basilio Valentim'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-2066869500312736212</id><published>2007-12-21T19:23:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T18:30:50.459-08:00</updated><title type='text'>Basilio Valentim - (1934)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/basile_valentin.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 341px; CURSOR: hand; HEIGHT: 339px" height="344" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/basile_valentin.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Basilius Valentinus, também conhecido pela versão portuguesa de seu nome, Basilio Valentim (Mainz, 1394) foi um alquimista do século XV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi cônego do priorado beneditino de São Pedro em Erfurt, Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se tem certeza se este era mesmo o seu verdadeiro nome; durante o século XVIII foi levantado a hipótese de tratar-se de Johann Thölde. Até mesmo o ano de seu nascimento não é dado como certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele demonstrou que o amoníaco podia ser obtido pela ação dos álcalis no cloreto de amônia, e como o ácido clorídrico poderia ser produzido da salmoura ácida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi ele quem primeiro descreveu um método de obtenção de antimônio (em 1492). Suas obras mais conhecidas são Doze Chaves de Basilio Valentim e A Carruagem Triunfal do Antimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a tradição, foi um dos maiores Alquimistas de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi Beneditino alemão, viveu em Erfust em princípios do século XV; alcançou sua máxima difusão dois séculos mais tarde ao ser impressa sua obra As Doze Chaves, todavia muitos historiadores consideram mítico a este personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro agente magnético empregado para preparar o dissolvente que alguns chamaram Alkaest, recebe o nome de Leão Verde, devido não tanto à sua coloração senão pelo fato de não haver adquirido todavia os característicos minerais, que distingue quimicamente o estado adulto do estado nascente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o embrião de nossa Pedra de nosso Elixir; alguns adeptos, entre eles Basílio Valentin, o chamaram Vitríolo Verde, para expressar sua natureza quente, ardente e salina&lt;em&gt;.“Nossa água toma o nome de todas as folhas das árvores, das próprias árvores e de tudo o que apresenta a cor verde, a fim de enganar aos insensatos”&lt;/em&gt; - disse o Mestre Arnoldo de Vilanova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basílio Valentin dá o seguinte conselho: &lt;em&gt;“Dissolva e alimente o verdadeiro Leão com o sangue do Leão Verde, pois o sangue fixo do Leão Vermelho é feito do sangue volátil do Verde, porque ambos são da mesma natureza” (O Mistério das Catedrais).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro Azoth descreve de forma cifrada os meios para a produção da Pedra Secreta. Pela forma que se expressa, deduz-se que se trata da fórmula do Vitriolo (Visita Interiora Terrae Rectificando Invenies Occultum Lapidem – VITRIOL). Essa frase quer dizer: Investiga o interior da Terra, a qual retificando, encontrarás a pedra secreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro Testamentum, Basílio Valentin assinala as excelentes propriedades e as raras virtudes do Vitriolo: &lt;em&gt;“É um notável e importante mineral a que nenhum outro na natureza poderia ser comparado, porque o Vitriolo se familiariza com todos os demais metais mais que todas as demais coisas. Alia-se intimamente com ele, pois de todos os demais metais pode obter-se um vitriolo ou cristal, já que se conhecem como uma só e a mesma coisa. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O vitriolo é preferível aos outros minerais e deve conceder-se-lhe o primeiro lugar depois dos metais. Pois embora todos os metais e minerais estejam dotados de grandes virtudes, o vitriolo é o único suficiente para fazer-se a Bendita Pedra, o que nenhum outro no mundo poderia conseguir por si só. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A este propósito digo que é preciso que imprimas vivamente este argumento em teu espírito, que dirijas por inteiro teus pensamentos ao vitriolo metálico e que recorde que confiei-te este conhecimento, de que se pode de Marte (homem) e Vênus (mulher) fazer um magnífico vitriolo, no qual os três princípios se encontrem e que servem para o nascimento e produção de nossa Pedra”&lt;/em&gt; (Moradas Filosofais. Págs. 483 e 484).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://levity.com/alchemy/emblems/embl515.html"&gt;Valentine Azoth - 15 Imagens&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-2066869500312736212?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/2066869500312736212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=2066869500312736212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2066869500312736212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2066869500312736212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/basilio-valentim-1934.html' title='Basilio Valentim - (1934)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-9099481706587423293</id><published>2007-12-21T11:19:00.000-08:00</published><updated>2007-12-22T08:26:42.058-08:00</updated><title type='text'>O Breviário - Nicolau Flamel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Consta que teve um estranho sonho.«Viu um livro revestido de uma capa de cobre e cujas folhas, que pareciam ser feitas de cascas finas, ornadas de magníficas ilustrações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O anjo que em sonhos lho apresentou disse: olha bem este livro; parecer-te-á obscuro como a todo o mundo, mas um dia verás aquilo que é preciso ver e saberás o que ninguém &lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;sabe...Adormecido, estendeu a mão para receber o livro mas o sonho desfez-se e acordou subitamente&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este livro mostrado em sonhos a Flamel, ele o descobrirá na realidade como descreve no seu Livro das Figuras Hieroglíficas: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;«Eu, Nicolau Flamel, escrivão e vizinho de Paris, neste ano de 1399, residindo na minha casa da Rue des Escrivains, perto da capela de St. Jacques de la Boucherie. Ainda que tenha aprendido só um pouco de latim devido aos escassos meios dos meus pais, que, apesar de tudo, eram estimados como gente de bem....Assim pois, quando depois da morte de meus pais, ganhava a vida com a nossa arte da escrita , fazendo inventários, contas, travando os gastos de tutores e de menores, veio-me parar às mão, por dois florins, um livro dourado muito velho e grande. Não era de papel nem pergaminho como os demais, mas de córtices (assim me pareceu) de tenros arbustos. A sua capa era de cobre fino, gravado com letras e figuras estranhas. Creio que poderiam ser caracteres gregos ou de outra língua antiga similar, pois sabia lê-lo e não eram letras ou ornamentos, já que dessa percebo um pouco. No interior, as folhas de córtice estavam gravadas com grande perfeição e escritas com buril de ferro, umas letras latinas coloridas, muito belas e claras. Continha três vezes sete folhas; assim estavam numeradas no alto da folha. A sétima não continha escrito algum. Em vez disso, estava pintado, na primeira sétima, um látego e umas serpentes mordendo-se. Na segunda sétima, uma cruz com uma serpente crucificada.»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este livro mostrado em sonhos a Flamel, ele o descobrirá na realidade como descreve no seu Livro das Figuras Hieroglíficas: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;«Eu, Nicolau Flamel, escrivão e vizinho de Paris, neste ano de 1399, residindo na minha casa da Rue des Escrivains, perto da capela de St. Jacques de la Boucherie. Ainda que tenha aprendido só um pouco de latim devido aos escassos meios dos meus pais, que, apesar de tudo, eram estimados como gente de bem....Assim pois, quando depois da morte de meus pais, ganhava a vida com a nossa arte da escrita , fazendo inventários, contas, travando os gastos de tutores e de menores, veio-me parar às mão, por dois florins, um livro dourado muito velho e grande. Não era de papel nem pergaminho como os demais, mas de córtices (assim me pareceu) de tenros arbustos. A sua capa era de cobre fino, gravado com letras e figuras estranhas. Creio que poderiam ser caracteres gregos ou de outra língua antiga similar, pois sabia lê-lo e não eram letras ou ornamentos, já que dessa percebo um pouco. No interior, as folhas de córtice estavam gravadas com grande perfeição e escritas com buril de ferro, umas letra&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche4.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;s latinas coloridas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;muito belas e claras. Continha três vezes sete folhas; assim estavam numeradas no alto da folha. A sétima não continha escrito algum. Em vez disso, estava pintado, na primeira sétima, um látego e umas serpentes mordendo-se. Na segunda sétima, uma cruz com uma serpente crucificada.»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria fastidioso descrever aqui o que podereis ler no livro acima citado mas queremos chamar a vossa atenção para a descrição da Quarta Lâmina  &lt;span style="color:#000000;"&gt;«Na quarta folha pintou, em primeiro lugar, um jovem com asas nos calcanhares e com um caduceu na mão, rodeado por duas serpentes, com o qual golpeava um capacete que lhe cobria a cabeça. Pareceu-me o deus Mercúrio dos pagãos. Contra ele, vinha correndo e voando, com as asas abertas, um velho que levava um relógio atado na cabeça e nas suas mãos&lt;/span&gt; uma &lt;span style="color:#000000;"&gt;gadanha como a Morte, com a qual queria cortar os pés a Mercúrio.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Flamel não tinha, na altura em que adquiriu o dito livro, um conhecimento profundo da simbologia alquímica porque nesta primeira Lâmina estão indicadas simbolicamente as matérias necessárias à obra. Por isso fez uma peregrinação a Compostela onde encontrou um tal Mestre Canches, um sábio judeu que lhe teria explicado o simbolismo. Na quarta Lâmina a simbologia é mais pormenorizada indicando-nos não só as matérias especificadas na Primeira como também parte do modus operandi. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Le Livre Des Figures Hieroglyphiques não é o melhor e mais explícito de Nicolau Flamel e, nem tão pouco Le Sommaire Philosophique e Le Désir Désiré. Flamel escreveu outro livro menos conhecido mas que é o mais importante: O Brevière ou em Inglês Testament. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Flamel-cad.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Introdução do Breviário Nicolau Flamel diz o seguinte:«&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Eu, Nicolau Flamel, escrivão de Paris, neste ano de 1414 do reinado do nosso príncipe bendito &lt;/span&gt;Carl&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;os VI, &lt;span style="color:#000000;"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Deus abençoou, e&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;após a morte da minha fiel companheira Perrenelle, me tomou de fantasia e de satisfação, recordando-me dela, para escrever em teu favor, caro sobrinho, toda a mestria do segredo do Pó de Projecção ou Tintura Filosofal, que aprove a Deus dispensar a seu insignificante servidor...Segue, portanto, com engenho e entendimento os discursos dos filósofos acerca do segredo, mas não tomes os seus escritos à letra, porque ainda que possam ser entendidos segundo a Natureza não te serão úteis. Por isso, não esqueças de rogar a Deus que te dispense entendimento de razão, de verdade e natureza, para que vejas neste livro, em que está escrito o segredo palavra a palavra e página a página, como eu fiz e trabalhei com a tua querida tia Perrenelle, que recordo imensamente.»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche7.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Consta que O Breviário ou Testamento teria manuscrito por Nicolau Flamel nas margens de um Breviário e seria dedicado ao sobrinho de sua mulher Perrenelle. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí ele ser extremamente caridoso, escrito em linguagem clara para a época, mas que hoje um alquimista com conhecimentos profundos da Arte poderá entender o que não acontece com os seus anteriores livros. Por isso de um verdadeiro Testamento se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que parece, o Breviário foi encontrado pelo Mestre Dom Antoine-Joseph Pernety do qual teria feito uma cópia ilustrada. Mais tarde o Cavaleiro Denis Molinier, também ele alquimista, adquiriu a cópia de Dom Pernety e anotou nas margens, cuidadosamente, os esclarecimentos complementares que julgou convenientes para a execução desta via, que ele provavelmente fez ou tentou fazer. Essas anotações, embora um pouco confusas e repetitivas, mesmo assim&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche8.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; facilitam muito a compreensão do texto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resumindo: a obra de Nicolau Flamel tal como a de Ireneu Filaleto é uma via dos amálgamas. O que numa é omisso na outra é descrita quase ao pormenor por esse motivo complementam-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In La Alchimie de Flamel ( Le Brevière) d'après manuscrit du Chevalier Denis Molinier (1772). Editions d'Arte Savary, Carcassome, France.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche9.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/planche9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***********************&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;É inegável que Flamel de repente se tornou capaz de assumir despesas enormes com obras de caridade e deu avultadas quantias para a construção de hospitais em Paris e inclusivamente para a construção da igreja de St. Jacques de la Boucherie.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/plache10.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/plache10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;A tradição popular afirma que no século XVII foram descobertos na adega da casa que pertenceu a Flamel por uma empregada muitos frascos de grés empoeirados que teve a ideia de recuperá-los. Assim esvaziou o conteúdo num riacho, fazendo perder com a sua ignorância, a preciosa provisão de pó de projecção.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;******************************&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/r.petrinus/Breviario-p.htm"&gt;O BREVIÁRIO OU TESTAMENTO&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-9099481706587423293?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/9099481706587423293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=9099481706587423293' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/9099481706587423293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/9099481706587423293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/o-brevirio.html' title='O Breviário - Nicolau Flamel'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-6804985922997584002</id><published>2007-12-21T10:04:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T18:39:13.843-08:00</updated><title type='text'>LIVRO DE ABRAHAM O JUDEU - N Flamel</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Flamel-figures.png"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 439px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px; TEXT-ALIGN: center" height="284" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Flamel-figures.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/MercurioincontraSaturno.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/MercurioincontraSaturno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; PRIMEIRA LÂMINA De ABRAHAM O JUDEU&lt;br /&gt;Rubellus Petrinus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A interpretação das imagens com simbolismo alquímico não é uma tarefa fácil porque cada um tem a sua própria interpretação mas a Primeira Lâmina de Abraham o Judeu não é difícil de interpretar se conhecerdes as matérias e o modus operandi da obra de Flamel. As outras lâminas não são assim tão fáceis de interpretar no que respeita ao modus operandi.&lt;br /&gt;A via de Flamel é uma via mista ou via do amálgamas assim, o velho empunhando um gadanho simboliza Saturno tal como nas Doze Chaves de Basílio Valentim. Saturno como todos os alquimistas sabem não é um mineral ou metal volátil, por isso o velho alado não pode ser Saturno porque ter asas significa voar e, por isso, ele terá de ser um metal ou mineral volátil.&lt;br /&gt;Flamel chama-lhe Saturnia e não Saturno. Saturnia na obra de Flamel é o régulo de antimónio. Qualquer alquimista sabe que o régulo de antimónio é um metal volátil isto é, pode ser sublimado assim, o velho alado não simboliza Saturno mas o régulo de antimónio.&lt;br /&gt;Aqui, o velho alado tenta cortar os pés de Mercúrio, isto é cortar a volatilidade do mercúrio. Como?&lt;br /&gt;Com as devidas precauções numa pequena tigela de aço inoxidável tentai amalgamar o régulo de antimónio em pó com o azougue comum. Nunca o conseguireis! Nem com a ajuda de Vulcano o podereis fazer!&lt;br /&gt;Então, como o velho alado pode cortar os pés ao Mercúrio? Ele só o poderá fazer com a ajuda da areia vermelha do relógio de areia que tem sobre a sua cabeça. A areia é vermelha e do lado direito do relógio podereis ver dois símbolos espagíricos da areia ou pó. O pó vermelho é a chave para amalgamar o régulo de antimónio em pó e o azougue; isto é o Sol ou ouro.&lt;br /&gt;Isto é a primeira parte da obra de Flamel: fazer um régulo solar e reduzi-lo a pó e em seguida amalgamá-lo com o azougue e destilar o amalgama numa retorta desmontável de aço inoxidável.&lt;br /&gt;Descrevemos isto em linguagem clara porque o Mestre também o fez no seu livro.&lt;br /&gt;Podereis facilmente confirmar isto no Testamento (Testament) de Flamel que podereis encontrar facilmente na Web de McLean:&lt;br /&gt;http://www.vevity.com/alchemy/fr-index.html&lt;br /&gt;Flamel no Testamento ou no Breviário não se refere a tempo astrológico ou estações do ano ou outras coisas deste género, pelo menos não nos demos conta disso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ilserpentecrocifisso.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ilserpentecrocifisso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A QUARTA LÂMINA DE ABRAHAM O JUDEU&lt;br /&gt;Rubellus Petrinus&lt;br /&gt;A figura principal desta lâmina é uma serpente crucificada. A serpente como se sabe é um animal frio e venenoso. Assim, o seu simbolismo alquímico será um mineral ou um metal frio e venenoso também.&lt;br /&gt;Porque foi crucificada a serpente?&lt;br /&gt;No lado esquerdo do braço da cruz onde a serpente está pregada, do lado direito do prego, vê-se o símbolo espagírico de Marte.&lt;br /&gt;No braço do lado direito e do lado direito do prego, vê-se um símbolo parecido com um 8. Alquimicamente este símbolo aqui não faz sentido. Examinámo-lo com uma lupa e verificámos que é um globo crucífero com contornos mal definidos.&lt;br /&gt;Então qual é o significado simbólico da serpente?&lt;br /&gt;É fácil entender o seu simbolismo por causa dos dois símbolos espagíricos. Marte e o Globo crucífero. Na verdade a serpente é Satúrnia como é designada por Flamel no Brèviére ou Testament e é fria e venenosa como uma serpente.&lt;br /&gt;Porque foi a Saturnia crucificada? Ela foi crucificada (morta) para fazer o amálgama filosófico.&lt;br /&gt;Continuando. No cimo da cruz vê-se o símbolo espagírico do Sol e no centro o do Mercúrio. Os dois juntos com a Satúrnia formam o amálgama que será posteriormente destilado.&lt;br /&gt;Mas há mais. Olhai a parte inferior do crucifixo. Que vedes? Os símbolos espagíricos da Lua e do amalgama (os mesmos pequenos círculos que se podem ver na ilustração p 209 na L'Alchimie de Flamel).&lt;br /&gt;Alquimicamente a cruz ou crucifixo pode simbolizar duas coisas: um cadinho ou a morte (putrefacção do composto).&lt;br /&gt;Aqui, a cruz significa simbolicamente, a morte do composto (amálgama filosófico) Sol ou Lua (enxofre) e o Mercúrio.&lt;br /&gt;Macho e fêmea, isto é o Andrógeno!&lt;br /&gt;In L'Alchimie de Flamel, Editions Savary, 42 rue Barbés, 11000 Carcassonne, France.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://levity.com/alchemy/emblems/embl472.html"&gt;HIERÓGLIFOS DE FLAMEL&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-6804985922997584002?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/6804985922997584002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=6804985922997584002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6804985922997584002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/6804985922997584002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/livro-de-abraham-o-judeu-n-flamel.html' title='LIVRO DE ABRAHAM O JUDEU - N Flamel'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-8778596435590646361</id><published>2007-12-21T07:43:00.000-08:00</published><updated>2007-12-21T09:43:08.530-08:00</updated><title type='text'>Nicolas Flamel - (1330 a 1418)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/nicolasflamel.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/nicolasflamel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Nicolas Flamel nasceu em 1330 em Pontoise, na França, e foi um dos maiores alquimistas da história.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos vinte e oito anos compra um antigo livro de autoria de Abraham, o Judeu, que continha textos intercalados com desenhos de serpentes, virgens, desertos e fontes d'água. Achou muito intrigante o livro e passou a estudá-lo, descobrindo que se tratava de cabala e alquimia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;“Quando faleceram meus pais tive que ganhar o pão escrevendo; naquele tempo adquiri um livro dourado, muito velho e volumoso. O livro compunha-se de três fascículos de sete folhas cada um e a sétima folha de cada um aparecia em branco. Na primeira folha via-se um báculo em torno do qual apareciam enroscadas duas serpentes; na segunda, uma cruz da qual pendia outra serpente e na sétima podia ver-se um deserto, no centro do qual brotavam formosas fontes; porém delas não saiam água senão serpentes que se arrastavam em todas as direções."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Na fachada do livro, lia-se: “O judeu Abraham, príncipe, sacerdote, levita, astrólogo e filósofo”. Na terceira folha explicava-se como se transformavam os metais. Junto ao texto reproduziam-se dois recipientes, davam as cores e todos os detalhes, exceto a Pedra Filosofal, a qual aparecia reproduzida com grande arte e forma tal que cobria por completo as páginas quatro e cinco”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Posteriormente, Flamel mandou colocar essas figuras no cemitério parisiense dos inocentes. Dos relatos houve um que o impressionou bastante: &lt;em&gt;“Um rosal florido no meio do jardim; no solo junto às rosas uma fonte da qual emanava água branquíssima, que logo a uma distância respeitável precipitava-se num abismo. Muitas pessoas cavavam ao longo de seu curso, com as mãos na terra, tratando de encontrar a fonte, porém não conseguiam êxito porque eram cegas; somente um foi capaz – ele encontrou a água”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Esta é realmente uma das maiores simbologias Alquimistas, pois expressa claramente o significado do Grande Arcano. A rosa indica a cristalização dos corpos solares. A fonte simboliza a transmutação; é a fonte da água viva da qual falava Jesus. A humanidade inconsciente busca essa fonte e apesar de tê-la tão perto não a encontra; a água é desperdiçada, caindo nos abismos. Somente o adepto, o Iniciado, é o único capaz de valorizar as águas seminais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Flamel finalmente conseguiu captar o sentido dos processos, porém seguia sem compreender o processo da matéria prima. Consultou então sua esposa Perenelle, a qual imediatamente dedicou-se com idêntico fervor a estudar o misterioso livro. Com isto, Nicola Flamel nos indica que é necessária a mulher para realizar a Grande Obra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marchou logo em peregrinação até o sepulcro do apóstolo Santiago, na Espanha, encontrando-se com o Mestre Canché, o qual indicou-lhe os fundamentos do Magistério. Flamel narra sua Iniciação da seguinte maneira: &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;“Todavia trabalhei uns três anos, até que finalmente encontrei o elixir (havia trabalhado 21 anos) que imediatamente se reconhece por seu forte odor. Primeiro o projetei sobre uma libra e meia de mercúrio e obtive desse modo igual quantidade de prata; isso ocorreu em minha casa, estando presente unicamente minha esposa Perenelle; mais tarde, atendo-me escrupulosamente a cada palavra de meu livro, projetei a pedra vermelha sobre uma quantidade quase igual de mercúrio na mesma casa e de novo estava presente minha esposa Perenelle. Realizei a obra por três vezes com a ajuda de Perenelle, pois como havia-me ajudado no trabalho, o entendia exatamente como eu”.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escreveu "O Livro das Figuras Hieroglíficas" em 1399, "O Sumário Filosófico" em 1409 e "Saltério Químico" em 1414.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Flamel deixou um testamento escrito a seu sobrinho, em que revelava os segredos que descobrira sobre a alquimia. O "Testamento de Nicholas Flamel" foi compilado na França no final dos anos 1750 e publicado em Londres em 1806. O documento original foi escrito de próprio punho por Nicholas Flamel em um alfabeto codificado e criptografado que consistia em 96 letras. Um escrivão Parisiense chamado Father Pernetti o copiou e um Senhor de Saint Marc pôde finalmente quebrar o código em 1758.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;CURIOSIDADES:&lt;br /&gt;- A casa de Flamel em Paris, construída em 1407, ainda existe. Situa-se 51 rue de Montmorency, e é hoje um restaurante.&lt;br /&gt;- É citado na série Harry Potter como tendo realmente conseguido criar a pedra filosofal.&lt;br /&gt;- É citado também no livro O Código Da Vinci como sido um dos grão-mestres do Priorado de Sião. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e Perrenelle, não morreram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas em lugar de seus corpos. Especula-se que Flamel possivelmente tenha enconrado a fonte da longevidade. Estudos orientais confirmariam isso. Outra possíbilidade é ter ultrapassado a barreira das dimensões.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-8778596435590646361?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/8778596435590646361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=8778596435590646361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8778596435590646361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8778596435590646361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/nicolas-flamel-1330-1418.html' title='Nicolas Flamel - (1330 a 1418)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-4683503288143963288</id><published>2007-12-20T19:39:00.002-08:00</published><updated>2007-12-23T13:12:15.472-08:00</updated><title type='text'>ARS MAGNA e ARS DEMONSTRATIVA- Raimundo Lulio</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsmagna.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsmagna.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ORIGINAL: Biblioteca del Monasterio del Escorial ( Madrid ) Referencia Ms. 8c.IV.6&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;AUTOR: Raimundo Lulio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;SIGLO: S. XVI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;PÁGINAS: 162&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;MINIATURAS: 29 figuras, 8 de las cuales son superposición de círculos concéntricos que giran sobre su eje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ENCUADERNACIÓN: Pergamino impreso y envejecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;TAMAÑO: 205 x 145 mm.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;IDIOMA: LATÍN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARS MAGNA: UM COMPENDIO DE SABEDORIA TEOLÓGICA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Ars Magna, obra fundamental do filósofo mallorquino Raimundo Lulio, é uma antologia baseada principalmente na Ars Demonstrativa e outras obras do mesmo período. o manuscrito contem extratos, resumos ou remodelações de obras autenticas e trata de demonstrar a existencia de Deus mediante catorze razões atribuidas a cada um deles sua propria lacuna que é consecutiva da primeira. toma como principio as virtudes de bondade, glória, perfeição, justiça, nobreza, etc. Provando que Deus existe se determina que existem nele todas as virtudes mencionadas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ARS DEMONSTRATIVA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsdemonstrativa2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsdemonstrativa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsdemonstrativa.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsdemonstrativa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-4683503288143963288?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/4683503288143963288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=4683503288143963288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4683503288143963288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4683503288143963288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/original-biblioteca-del-monasterio-del.html' title='ARS MAGNA e ARS DEMONSTRATIVA- Raimundo Lulio'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-4798138352251577222</id><published>2007-12-20T19:39:00.001-08:00</published><updated>2007-12-23T13:27:35.310-08:00</updated><title type='text'>Ars Brevis  Introdução - Raimundo Lúlio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como então determinar adequadamente o estatuto da Arte como ciência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Para começar, deve-se constatar que a Arte luliana assenta-se sobre dois pilares, sendo o primeiro deles o chamado alfabeto que Lúlio introduz no início da Ars brevis e que se pode resumir da seguinte maneira :&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/imagem.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/dignidadeslulio.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/dignidadeslulio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A primeira série de princípios que aqui se reproduzem costumam chamar-se princípios absolutos, ainda que esta denominação não seja de Lúlio, que em suas primeiras obras os denominava dignitates passando depois a chamá-los simplesmente principia&lt;a title="" href="http://www.hottopos.com/mirand15/fidora.htm#_ftn10" name="_ftnref10"&gt; &lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Tanto a palavra dignitas como o nome principia remetem à tradição aristotélica dos Analitica posteriora, onde se estabelece que cada ciência parte de princípios per se nota que não podem ser comprovados, ao menos não pela própria ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/lulioarsbrevis.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/lulioarsbrevis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seguindo esta tradição, estes princípios também são indemonstráveis para Lúlio. E mais, são os mesmos atributos de Deus que, como causas exemplares, são ao mesmo tempo os principia essendi e os principia intelligendi da criação. Justamente por isso, não podem ser provados, já que são a condição da possibilidade do ser e do conhecer. Mas –e com isto voltamos à intenção dialogante de Lúlio– também não é necessário demonstrá-los, porque representam um lugar comum das três grandes religiões de livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/figure3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/figure3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, o judaísmo conhece as dignitates sob o nome sefirot, enquanto que o islamismo as chama hadras. Ou seja, Lúlio parte na sua Arte dos pressupostos comuns das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto estes atributos divinos, segundo Lúlio, são indistinguíveis quando estão em Deus, sim que se podem diferenciar e relacionar quando estão realizados na criação, pelo que Lúlio introduz em segundo lugar uma série de princípios relacionais como «diferença», «concordância», «contrariedade», etc., que abarcam todos os seres intra-mundanos. Com isto, a cosmovisão de Raimundo Lúlio possui dois eixos, um vertical que religa a criação à sua causa &lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/figure4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/figure4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;transcendente mediante os princípios absolutos, sendo estes as causas exemplares do mundo; e outro horizontal que descreve o dinamismo entre as criaturas a partir das diferentes relações que se dão entre elas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode-se dizer, e já foi dito, que estes princípios relacionais juntamente com os princípios absolutos constituem todo o fundamento da Arte luliana, enquanto os demais conceitos do alfabeto, ou seja, as perguntas, os nove sujeitos e as virtudes e os vícios, seriam suas ferramentas de pesquisa. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Ars brevis consiste em quatro figuras e uma figura de alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://babelfish.altavista.com/babelfish/trurl_pagecontent?lp=en_pt&amp;amp;trurl=http%3a%2f%2fkelty.rice.edu%2f375%2fimages%2fllull%2ffigure1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A primeira figura "A" Lulio chama de "dignidades". As dignidades são extraídas diretamente da lógica escolastica, John Scotus de Erigena; conectando todas as linhas é possível criar permutações de todas as dignidades (à excecção dos tautologicals).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://babelfish.altavista.com/babelfish/trurl_pagecontent?lp=en_pt&amp;amp;trurl=http%3a%2f%2fkelty.rice.edu%2f375%2fimages%2fllull%2ffigure2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A segunda figura T é realmente 3 triângulos sobrepondo, cada um com sub-especies que são associados com eles (1: diferença, concordia, oposição; 2: começo, meio, extremidade; e 3: major, igualdade, menores).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://babelfish.altavista.com/babelfish/trurl_pagecontent?lp=en_pt&amp;amp;trurl=http%3a%2f%2fkelty.rice.edu%2f375%2fimages%2fllull%2ffigure3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A terceira figura é uma tabela das combinações na primeira figura&lt;br /&gt;A quarta figura é realmente móvel e permite a permutação nos grupos de três de todas as letras.&lt;br /&gt;Além das figuras, há 18 princípios que devem ser aprendidos pelo coração a fim operar o dispositivo&lt;br /&gt;A fim fazer um oráculo, há nove vezes modos da fazer perguntas.&lt;br /&gt;Finalmente há três jogos de nove: Assuntos, virtures e vicios, que são usados também fazer perguntas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ramon_Llull_-_Ars_Magna_Tree_and_Fi.png" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ramon_Llull_-_Ars_Magna_Tree_and_Fi.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-4798138352251577222?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/4798138352251577222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=4798138352251577222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4798138352251577222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4798138352251577222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/ars-brevis-introduo-raimundo-llio.html' title='Ars Brevis  Introdução - Raimundo Lúlio'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-2539611490793460589</id><published>2007-12-20T13:02:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T13:20:03.171-08:00</updated><title type='text'>Ars Brevis - Raimundo Lúlio</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O segundo pilar da Arte Luliana, a saber, seu caráter formal, que se expressa nas quatro figuras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/01.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/01.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A primeira delas chama-se Figura A –letra que Lúlio não utiliza em seu alfabeto e que em obras anteriores, como a Ars maior, havia reservado a Deus–. A figura consta de dois discos de diferente tamanho superpostos, em cujas respectivas periferias trazem inscritos os princípios absolutos; no disco menor em sua forma predicativa (bonum, magnum, etc.) e no disco maior em forma de substantivo (bonitas, magnitudo, etc.). Além disso, no interior do círculo, diversas linhas interconectam as casas dos diferentes princípios absolutos entre elas, e assim esta figura demonstra claramente a mútua predicabilidade e a convertibilidade de tais princípios em Deus. De fato, nesta figura se descobre todo o segredo da famosa demonstratio per aequiparantiam de Lúlio, que não faz outra coisa senão basear a demonstração sobre a convertibilidade dos princípios absolutos em Deus, para mostrar, entre outras coisas, sua Trindade. Contudo, esta figura não é exclusivamente teológica, mas também se aplica à criação, na medida em que nela se encontram realizados os princípios absolutos. De maneira que se Pedro é bom, segundo Lúlio, também se lhe pode atribuir a magnitude, ainda que então os princípios percam seu caráter universal e se convertam em princípios particulares. Portanto, diz Lúlio, esta figura serve para descer do universal ao particular e vice-versa. É este o caminho que ao tratar dos princípios se havia apostrofado como a dimensão vertical da Arte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/02-1.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/02-1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A segunda figura, de nome T, põe em ordem sistemática os princípios relacionais, agrupando cada três deles nos três vértices de um triângulo, de maneira que se geram três triângulos que nos manuscritos da Ars brevis costumam vir coloridos em verde, vermelho e amarelo. O triângulo verde contém em seus ângulos «diferença», «concordância» e «contrariedade», termos que se distinguem segundo o âmbito da realidade à qual são aplicados. Estes âmbitos se indicam pelas casas que se encontram por cima dos respectivos ângulos, mostrando, por exemplo, que podem existir «diferença», «concordância» ou «contrariedade» entre dois entes espirituais, ou entre um ente espiritual e outro sensível, ou ainda entre dois entes sensíveis. Da mesma maneira, o triângulo vermelho que representa o princípio, o meio e o fim, possui suas subdivisões, podendo ser o princípio causal, quantitativo e temporal. Enquanto o meio pode ser meio de conjunção, da medida ou dos extremos, como a linha entre os pontos. O fim pode ser de privação, como a morte, de limite ou de perfeição. Finalmente, o triângulo amarelo contém os conceitos «ser maior», «igualdade» e «ser menor», os quais podem referir-se às relações existentes entre duas substâncias, dois acidentes ou uma sustância e um acidente. Com esta figura, Lúlio estende ante os olhos de seus leitores a compenetração horizontal da qual se falou antes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/03.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/03.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A figuras A e T são retomadas e unidas por Lúlio na terceira figura, que é também a primeira figura de caráter combinatório consistindo de 36 casas com combinações binárias da forma BC, BD, BE, etc., que se agrupam em oito colunas. Estas 36 casas resultam de nove elementos combinados dois a dois sem repetição: 9!/[(9‑2)! X 2!]=36. Cada uma destas letras pode ser tanto predicado como sujeito de uma predicação, podendo-se-lhe atribuir além disso tanto o valor dos princípios absolutos como o dos princípios relacionais. Ao procedimento de desenvolver o conteúdo polissêmico de cada casa, Lúlio dá o nome de evacuatio: Tomando, por exemplo, B como sujeito e C como predicado, a casa BC significa: Bondade é grande, ou: Bondade é concordante. Assim como: Diferença é grande, ou: Diferença é concordante. Já se tomarmos C como sujeito e B como predicado, a casa significa: Magnitude é boa, ou: Magnitude é diferente. Assim como: Concordância é boa, ou: Concordância é diferente. De uma só casa são extraíveis assim oito proposições, às que cabe acrescentar as proposições que resultam da combinação BB e CC que Lúlio não menciona aqui, mas que tem em conta, e assim o número das possíveis proposições sobe para doze. A estas, por sua vez, aplicam-se as perguntas nelas contidas, de maneira que as proposições da casa BC são consideradas sob as perguntas «se» (B) e «que?» (C): Se a bondade é grande, que é bondade grande?, etc. Deste modo, Lúlio pretende encontrar uma cópula que relacione o predicado e o sujeito para chegar a juízos seguros, pelo que esta figura também foi chamada a figura do juízo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/04.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/04.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como a terceira figura resume as duas figuras precedentes, a quarta e última figura integra todas as figuras até aqui expostas. Esta figura consiste de três discos marcados pelas letras do alfabeto luliano em sua periferia, sendo que os dois interiores são móveis. Ora, se se fazem rodar estes discos, resultam 252 combinações ternárias sem repetição&lt;a title="" href="http://www.hottopos.com/mirand15/fidora.htm#_ftn15" name="_ftnref15"&gt; &lt;/a&gt;significando para Lúlio a letra que está no centro da combinação o terminus medius do silogismo. Na combinação ternária BCD, por exemplo, BC seria a propositio maior, CD a propositio minor, C o terminus medius e BD a conclusão. A função desta figura é precisamente forjar para o pesquisador os termos médios para que ele possa chegar a conclusões seguras: “E assim, pelos [termos] médios das casas, o homem caça as conclusões necessárias e as encontra” . Por isso, esta figura também recebeu o nome de figura silogística. Para acabar de descrever esta figura, cabe assinalar que as combinações ternárias resultantes desta são –como as combinações da figura anterior– ambivalentes, já que podem receber tanto o valor dos princípios absolutos como o dos princípios relacionais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsbrevis345.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/arsbrevis345.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para diferenciar estes significados, Lúlio esboça na Ars brevis as primeiras colunas de uma Tabula que em sua totalidade conta com 84 colunas de 20 elementos cada uma, ou seja, com um total de 1680 combinações. O número elevadíssimo de perguntas que Lúlio gera desta maneira, para apresentá-las ao juízo racional, é expressão de seu afã de querer abarcar toda asserção possível sem excluir nenhuma delas de antemão. Pode-se dizer, pois, que a função das figuras é garantir que no diálogo inter-religioso nenhuma combinação possível dos princípios básicos, compartilhados por todas as religiões, fique fora de consideração, ao mesmo tempo que seu desdobramento sistemático facilita à razão sua tarefa de julgar e chegar à verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/009Magna.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-2539611490793460589?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/2539611490793460589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=2539611490793460589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2539611490793460589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2539611490793460589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/ars-magna-raimundo-llio.html' title='Ars Brevis - Raimundo Lúlio'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-1858615433122835645</id><published>2007-12-20T11:49:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T12:34:33.237-08:00</updated><title type='text'>Raimundo Lúlio -  (1232/1233 — 1315/1316)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ramon_Llull.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ramon_Llull.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Raimundo Lúlio, em catalão Ramon Llull, Palma de Maiorca; também conhecido como Raimundo Lulio em castelhano, como Raimundus ou Raymundus Lullus por autores extrangeiros e como Raymond Lully pelos anglo-saxões) foi o mais importante escritor, filósofo, poeta, missionário e teólogo da língua catalã. Foi discípulo de Arnoldo de Vilanova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Foi um prolífico autor também em árabe e latim, bem como em Langue d'Oc (occitano). É beato da Igreja Católica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Conhecido em seu tempo pelos apelidos de Arabicus Christianus (árabe cristiano), Doctor Inspiratus (Doutor Inspirado) ou Doctor Illuminatus (Doutor Iluminado), Llull é uma das figuras mais fascinantes e avançadas dos campos espiritual, teológico e literário da Idade Média. Em alguns de seus trabalhos propos metodos de escolha, que foram redescobertos séculos mais tarde por Condorcet (século XVIII).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raimundo Lúlio abandona a vida que leva em Maiorca para procurar a cura de um cancro maligno para a sua amada. Em pleno período histórico dos Templários, a sua viagem traz-lhe bem mais do que isso: uma vidaerrante de iniciação nos mistérios da Alquimia que o fará jurar perante soberanos e papas que encontrou a fórmula para harmonizar as três religiões ? cristã, muçulmana e judaica ?, integrando conhecimentos das ciências e da teologia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os escritos que nos foram legados do grande estudioso maiorquino superam em sua totalidade o número de 250 obras que somam cerca de 27.000 páginas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="ABBAGNANO"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Raimundo Lulio, em seu livro Clavículas, diz: “Por isso os aconselho que não obreis com o Sol (homem) e com a Lua (mulher) senão depois de havê-los levado a sua matéria prima (energia sexual) que é o enxofre e o mercúrio dos filósofos. Ó filhos meus! Aprendei a servi-vos dessa matéria venerável, porque os advirto sob a fé de juramento, de que se não sacais o mercúrio desses metais, trabalhareis como o cego na obscuridade e na dúvida. Por isso, ó filhos meus! Os conjuro a que marcheis até a Luz com os olhos abertos e não caiais como cegos no Abismo”.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nicola ABBAGNANO:"LULLIANA, ARTE (lat. Ars lulliana; inglês Lullic Art; franc. Art lullien; al. Lullische Kunst). &lt;span style="color:#000000;"&gt;Propriamente, a ars magna de Raimundo LÚLIO (1235 - 1315), isto é, a ciência universal que ensina a combinar os termos para a descoberta sintética dos princípios das ciências. Diferentemente da lógica aristotélica, a ars magna pretende ser um procedimento inventivo que não se detém em resolver as verdades conhecidas, mas continua para descobrir as novas. A noção dessa arte, que encontrou seguidores entusiastas no Renascimento, entre os quais Agripa, Bovillo e Bruno, foi retomada por Leibniz, que a denominou Característica geral.&lt;/span&gt;" (Dicionário de filosofia. Trad. Alfredo Bosi [Dizionario di filosofia]. S. Paulo, Mestre Jou, 1982. pág. 604) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="BRUGGER"&gt;Walter BRUGGER, SI:&lt;/a&gt;"Raimundo LÚLIO (1235 - 1315): &lt;span style="color:#000000;"&gt;agitada vida de peregrino; luta contra o Islão e o averroísmo latino; poeta, filósofo, teólogo e místico; LÚLIO aspirava a uma Ars generalis, um sistema de conceitos fundamentais supremos e proposições, dos quais se pudessem, por meio de combinações e operações mecânicas, deduzir as ciências particulares. A última forma literária de suas idéias encontra-se na Ars magna et ultima. LÚLIO é o precursor da Ars combinatoria de Leibniz e da logística&lt;/span&gt;." (Diccionario de filosofía. Trad. José Maria Vélez Cantarell [Philosophisches Wörterbuch. Freiburg, Herder, 1951]. Barcelona, Herder, 1953. pág. 451) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="CARPEAUX"&gt;Otto Maria CARPEAUX:&lt;/a&gt;"(...) &lt;span style="color:#000000;"&gt;O símbolo é expressão artística do que é inefável; a alegoria é representação intelectual do que é compreensível. A Catedral é um símbolo. A Summa é um conjunto de alegorias. A "Idade Média" está entre esses dois pólos, oscilando, evoluindo, e enfim dissolvendo-se. Existe até uma figura na qual os dois termos se encontram: Raimundus LULLUS, o santo da Catalunha. "LULLUS é fenômeno raro: um gênio confuso. O caminho da sua vida é retilíneo: vida mundana, desengano, conversão, ascese, projetos de converter sarracenos e judeus, obstáculos eclesiásticos, viagens de missão, martírio. Os altos dignitários da Igreja chamaram-lhe doctor phantasticus, apelido que não convém às suas obras científicas, nem às literárias, mas sim ao conjunto destas e daquelas. Como poeta, LULLUS é um joglar de Déu; queimou as poesias eróticas da sua mocidade, substituindo-as pela poesia religiosa, a mais pessoal que se escreveu na Idade Média. Lo cant de Ramón, confissão poética, seria o pendant sério da poesia goliarda. As tentativas filosóficas de criar um ciência geral, que suscitaram a admiração de Leibniz e antecipam algo da logística moderna, pertencem, em certo sentido, ao gênio poético de LULLUS: pretendem transformar o mundo em catedral de símbolos científicos. Mas o conflito entre entusiasmo místico e razão construtiva subsiste. No estranho romance filosófico Llibre de meraveles decompõe-se o mundo em alegorias, e o mais estranho romance Blanquerna exalta a dissolução do mundo real pela mística. LULLUS pretendeu reduzir a fórmulas alegóricas o inefável, que se tinha revelado ao místico em símbolos; era um poeta pela ambigüidade íntima da sua alma. O resultado de sua vida encontra-se em um dos seus Mil Provérbios: 'Quem disputa com Deus, será vencido'; mas o místico pretende mesmo ser vencido por Deus. "O caminho da separação progressiva entre símbolo e alegoria é o caminho de evolução do pensamento medieval&lt;/span&gt;." (História da literatura ocidental, I. Rio, Alhambra, 1978. pág. 161-2) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="ELIADE"&gt;Mircea ELIADE:&lt;/a&gt;"(...) &lt;span style="color:#000000;"&gt;a virtude primeira da Pedra reside na sua capacidade de transformar os metais em ouro (...) A idéia de que a Pedra precipita o ritmo temporal de todos os organismos e acelera o crescimento, encontra-se na Prática de Raimundo LÚLIO: 'Na primavera, mediante o seu grande e maravilhoso calor, a Pedra comunica vida às plantas; se dela dissolveres na água a quantidade aproximada de um grão e se, tomando dessa água a porção necessária para encher a casca de uma avelã, regares com ela um tronco de videira, a tua capa estará em maio carregada de uvas maduras'&lt;/span&gt;." (Ferreiros e alquimistas. Trad. Roberto Cortes de Lacerda [Forgerons et alchimistes. Paris, Flammarion Editeur, 1977]. Rio, Zahar Editores, 1979. pág. 129) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="EVOLA"&gt;Julius EVOLA:&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Apontemos (...) as freqüentes referências ao vinho nos textos mais recentes, a partir de Raimundo LÚLIO, e repitamos que umas vezes se trata dum símbolo e outras, de uma realidade, ou de ambas as coisas ao mesmo tempo. Citaremos um só texto: 'É admirável, e incrível para o vulgo, que o espírito do vinho - extraído e separado completamente do seu corpo [quer dizer, trata-se de recolher o aspecto sutil da experiência proporcionada pelo vinho] - valha, pelo seu contínuo movimento de circulação, para extrair... quaisquer outros espíritos dos seus corpos: quer vegetais (...), quer minerais (...), quer animais (...) ... A Quinta-virtus-essentia-prima do Vinum atrai os vires [os poderes, a virilidade] de todos os seres infusos nela: desembaraçando-os dos elementos por dissolução do vínculo natural, e conseguindo os Espíritos, por apetência e reação, elevar-se por cima das resistências passivas'."&lt;/span&gt; (A tradição hermética. Trad. Maria Teresa Simões [La tradizione ermetica. Roma, Mediterranee, 1971]. Lisboa, Edições 70, 1979. págs. 153-4) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="FLASCH"&gt;Kurt FLASCH:&lt;/a&gt;"(...) LÚLIO foi um outsider; sua obra demonstra a riqueza da paisagem histórica no começo do século XIV. &lt;span style="color:#000000;"&gt;Os juízos sobre ele estendem-se do "semilouco" de Prantl ao elogio segundo o qual LÚLIO seria o mais conseqüente e homogêneo de todos os filósofos cristãos (E. W. Platzeck). Em muitas exposições do pensamento medieval - p. ex., no opúsculo de Josef Pieper sobre a escolástica - procura-se em vão pelo nome de LÚLIO. Esse silêncio é, em todo caso, injustificado, quando se trata de uma avaliação histórica ou de examinar a conexão entre as Idades Média e Moderna: LÚLIO foi uma fonte essencial para Giordano Bruno; Nicolau de Cusa não possuía tantos textos de nenhum outro pensador quanto de LÚLIO; Descartes polemizava contra ele; Leibniz e Lessing estudaram-no. Não se pode prescindir do Lulismo nas discussões sobre o método científico do início da Idade Moderna. No século XIV, ele foi ao encontro dos movimentos de reforma joaquimitas. A ciência escolástica de Paris encarava-o de modo preconceituoso, se bem tenha havido lá tentativas regulares de elucidar de forma sistemática a doutrina de LÚLIO. Em 1376, chegou-se a uma condenação papal de teses lulianas que, porém, seria suspensa em 1419. A repercussão de LÚLIO associou-se, freqüentemente, a experimentos de alquimia. Contudo, ele próprio nada tinha que ver com isso, sim, porém, com a astrologia e uma reforma da medicina."Na investigação científica, a imagem de LÚLIO é oscilante, e é difícil informar-se sobre ele com base nas próprias fontes - a envergadura de seus escritos já assusta: o catálogo de suas obras conta, segundo Platzeck, 292 títulos. Foram escritas parte em latim, parte em catalão. LÚLIO também escreveu em árabe, mas esses textos se perderam ou foram preservados apenas em traduções. Essa massa enorme é difícil de dominar; ajuizá-la exigiria a competência não apenas de um historiador da filosofia, mas também a de um romanista - LÚLIO é tido como o pai da literatura catalã - e a de um historiador da ciência. Vários textos ainda não foram editados. Mas o estudo de LÚLIO tem-se tornado mais fácil nos últimos decênios: a grande edição de Mogúncia, que era rara, está novamente disponível desde 1965, numa reimpressão em 8 volumes. As obras tardias de LÚLIO aparecem, ininterruptamente, nos marcos da Opera Latina, e também seus escritos catalãos podem ser estudados. Uma introdução à vida e ao pensamento de LÚLIO encontra-se no esboço de autobiografia (Vita coetanea), publicado em alemão, em 1964, em Düsseldorf (E. W. Platzeck), e cujo texto crítico em latim está disponível, desde 1980. Quem quiser iniciar-se no pensamento de LÚLIO, pode agora utilizar os excertos de seus escritos que Nicolau de Cusa compilou para si mesmo. A elucidação do conteúdo do pensamento de LÚLIO também fez alguns progressos."LÚLIO foi um espírito inquieto. Da tradição, não deixou quase nada intocado; queria renovar tudo - a cristandade, a coexistência das religiões, a lógica e a medicina, a filosofia e a teologia; antes de tudo, porém, a linguagem. Procurava a variação; repugnava-lhe a linguagem vulgar das escolas. Sua mania de inovar na terminologia foi criticada já na Idade Média (J. Gerson), ao passo que de Cusa a imitava. (...)"&lt;/span&gt; (Das philosophische Denken im Mittelalter. Von Augustin zu Machiavelli [O pensamento filosófico na Idade Média. De Agostinho a Maquiavel]. Stuttgart, Philipp Reclam jun., 1988. p. 381-2.).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="GUIGNEBERT"&gt;Charles GUIGNEBERT:&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Imbuídos de modernismo, alguns declaram, até nas Escolas de Paris ou de Oxford, que a filosofia deve ser independente da teologia e que, além disso, a fé cristã é um obstáculo para o progresso do saber. Enquanto o arcebispo de Paris, Esteban Tempier, condena 919 erros dos averroístas, em 1277, e os arcebispos de Canterbury e da Universidade de Oxford seguem seu exemplo, organiza-se uma espécie de cruzada entre os doutores ortodoxos contra a nova incredulidade que é transmitida descendentemente das Escolas às classes inferiores em forma de um materialismo grosseiro; tanto que preocupará à Inquisição, por exemplo, em Carcasona e Pamiers, no começo do século XIV."De resto, essa cruzada intelectual não tem muito maior êxito que as outras; alguns doutores, como o famoso Raimundo LÚLIO (+ 1315), deixam-se contaminar pelas doutrinas que intentam destruir. Nenhum encontra argumentos decisivos contra o averroísmo e termina por impor-se com a tolerância, inconcebível por outro lado, da Igreja, quer se encerrando em pequenos cenáculos (por exemplo, em Pádua e em Bolonha), quer se desvanecendo sob aparências tranqüilizadoras, em um sincretismo bastante surpreendente. Combinam-se nele as especulações do filósofo árabe, os postulados essenciais da dogmática ortodoxa e divagações sobre a relação das influências astrais e o destino humano."&lt;/span&gt; (El cristianismo medieval y moderno. Trad. Nélida Orfila Reynal [Le christianisme médiéval et moderne. Paris, Ernest Flammarion, 1927]. México - Buenos Aires, Fondo de Cultura Económica, 1957. pág. 120) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="HEGEL"&gt;G. W. F. HEGEL:&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Chamado de Doctor illuminatus, Raimundo LÚLIO chegou a ser muito famoso, sobretudo pela arte de pensar composta por ele e a que deu o nome de Ars magna. Nasceu em Maiorca, em 1234, e foi um desses homens excêntricos e impulsivos que se metem em tudo. Tinha marcada afeição pela alquimia e um grande entusiasmo pelas ciências em geral, bem com uma imaginação fogosa e inquieta. Teve uma juventude dissipada e entregue aos prazeres e às diversões; mais tarde, retirou-se a um lugar ermo e teve ali muitas visões de Jesus Cristo. Levado pelo seu agitado temperamento, sentiu-se impelido pelo desejo de contribuir para a difusão da doutrina cristã entre os maometanos da Ásia e da África, consagrando sua vida a essa missão; para isso, aprendeu o árabe, viajou por toda a Europa e a Ásia e buscou o apoio do papa e de todos os monarcas da Europa, sem abandonar por isso o cultivo de sua arte. Foi perseguido e teve de suportar incontáveis penalidades, aventuras, perigos de morte, prisões e maus tratos. Viveu durante longo tempo em Paris, no começo do século XIV, e compôs cerca de quatrocentos escritos. Ao cabo de uma vida extraordinariamente agitada, morreu venerado como santo e mártir, no ano de 1315, em conseqüência dos maus tratos sofridos na África."A tendência fundamental da "arte" de Raimundo LÚLIO consistia em enumerar e ordenar todas as determinações conceituais a que era possível reduzir todos os objetos, as categorias puras com referência às quais podiam ser determinados, para, desse modo, poder assinalar facilmente, com respeito a cada objeto, os conceitos a ele aplicáveis. Raimundo LÚLIO é, pois, um pensador sistemático, ainda que ao mesmo tempo mecânico. Deixou traçada uma tabela em círculos nos quais se acham inscritos triângulos cortados por outros círculos. Dentro desses círculos, ordenava as determinações conceituais, com pretensões exaustivas; uma parte dos círculos é imóvel, a outra tem movimento. Vemos, com efeito, seis círculos, dois dos quais indicam os sujeitos, três os predicados e o sexto as possíveis perguntas. Dedica nove determinações a classe, designando-as com as nove letras B C D E F G H I K. Obtém, desse modo, nove predicados absolutos, que aparecem escritos ao redor de seu quadro: a bondade, a magnitude, a duração, o poder, a sabedoria, a vontade, a virtude, a verdade, a magnificência; em seguida, vêm nove predicados relativos: a diferença, a unanimidade, a contraposição, o princípio, a metade, o fim, o ser maior, o ser igual e o ser menor; em terceiro lugar, temos as perguntas: sim?, quê?, de onde?, por quê?, quão grande?, de que qualidade?, quando?, de onde?, como e com quê?, a última das quais encerra duas determinações; em quarto lugar, aparecem nove substâncias (esse), a saber: Deus (divinum), os anjos (angelicum), o céu (coeleste), o homem (humanum), Imaginativum, Sensitivum, Vegetativum, Elementativum; em quinto lugar, nove acidentes, quer dizer, nove critérios naturais: a quantidade, a qualidade, a relação, a atividade, a paixão, o ter, a situação, o tempo e o lugar; por último, nove critérios morais, que são as virtudes: a justiça, a prudência, a valentia, a temperança, a fé, a esperança, o amor, a paciência e a piedade, e nove vícios: a inveja, a cólera, a inconstância, a avareza, a mentira, a gula, a devassidão, o orgulho e a preguiça (acedia). Todos esses círculos tinham de ser colocados necessariamente de determinado modo para poder dar como resultado as combinações desejadas. Conforme as regras de colocação, segundo as quais todas as substâncias recebem os predicados absolutos e relativos adequados a estes, deviam ser esgotados a ciência geral, a verdade e o conhecimento de todos os objetos concretos."&lt;/span&gt; (Lecciones sobre la historia de la filosofia, III. Trad. Wenceslao Roces [Vorlesungen über die Geschichte der Philosophie. Karl Ludwig Michelet, 1842]. México, Fondo de Cultura Económica, 1981. págs. 149-50) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="HÖSLE"&gt;Vittorio HÖSLE:&lt;/a&gt;" &lt;span style="color:#000000;"&gt;'O conhecimento de que proposições absolutas (fundamentadas em última instância) só podem ser demonstradas indiretamente, mediante auto-superação das posições contrapostas, não é novo. Remonta a Platão e, provavelmente, já ao Sócrates histórico.'* [*(...) - Raimundo LÚLIO é um mestre em demonstração indireta, em cuja significação também refletiu teoricamente.]" (Die Krise der Gegenwart und die Verantwortung der Philosophie [A crise do presente e a responsabilidade da filosofia]. München, Beck, 1990. pág. 161)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="JUNG"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Carl Gustav JUNG:&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Não há que se maravilhar pelo fato de que já numa época bastante remota entre os latinos se manifestasse a analogia entre Cristo e o lapis, pois o simbolismo alquímico está embebido de alegorias eclesiásticas. Ainda que seja indubitável que as alegorias dos Padres da Igreja enriqueceram a linguagem alquímica, a meu juízo não é de modo algum seguro até que ponto o opus alchemicum, com suas distintas formas, possa ser entendido como transformação de ritos eclesiásticos (batismo, missa) e de representações dogmáticas. Verdade é que não se pode discutir o fato de que continuamente foram tomados empréstimos da Igreja, porém as representações de fontes originárias ou fundamentais são elementos que procedem de fontes pagãs, particularmente de fontes gnósticas. Com efeito, as raízes do gnosticismo não se acham certamente no cristianismo, pois este último foi antes influenciado pelo gnosticismo. Além disso, estamos de posse de um texto chinês que data de meados do século II e que mostra uma semelhança fundamental com a alquimia ocidental. Qualquer que tenha sido a relação entre a China e o Ocidente, o certo é que existem idéias paralelas em esferas independentes do cristianismo, em que indiscutivelmente não se pode falar de influência cristã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Whaite (The Secret Tradition, in Alchemy: its Developments and Records, London, 1926) &lt;span style="color:#000000;"&gt;expôs a opinião de que o primeiro que identificou a pedra com Cristo foi o paracelsista Heinrich Khunrath (1560 - 1065), o autor do Amphitheatrum, aparecido em 1598. Em Jacob Böhme, autor de uma época um pouco mais tardia, que empregou muito a linguagem alquímica, o lapis já era uma metáfora de Cristo. A hipótese de Waite é indubitavelmente errônea. Com efeito, possuímos muitos testemunhos anteriores da relação lapis- Cristo; o mais antigo que até agora consegui estabelecer procede do Codicillus (capítulo IX) de Raimundo LÚLIO (1235 - 1315). Se bem que muitos dos tratados que se lhe atribuem possam ter sido escritos por discípulos seus espanhóis e provençais, isso não muda, desde logo, a data aproximada dos escritos capitais aos quais pertence o Codicillus. Em todo caso, não conheço nenhuma opinião fundada que atribua esse tratado a uma época posterior ao século XIV. Nele, lemos: 'E assim como Jesus Cristo, da estirpe de Davi, assumiu voluntariamente a natureza humana para libertar e redimir os homens, prisioneiros no pecado em razão da desobediência de Adão, assim também em nossa arte, o que foi mandado por um é absolvido, lavado e libertado dessa mácula por outro, seu contrário.'&lt;/span&gt; " (Psicología y alquimia. Trad. Alberto Luis Bixio [Psychologie und Alchemie, 1943]. Buenos Aires, Santiago Rueda-Editor, 1957. pág. 381) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="LE GOFF"&gt;Jacques LE GOFF:&lt;/a&gt;"LLULL (Ramón): &lt;span style="color:#000000;"&gt;Nascido em Palma de Maiorca, em 1232, Ramón LLULL levou vida muito mundana até, em 1262, resolver dedicar-se à conversão dos infiéis. Aprendeu o árabe e a lógica, que era ensinada nas escolas muçulmanas. Fundou, em 1276, o colégio de Miramar, para formação de missionários. Fez numerosas viagens à Ásia e à África e foi também a Paris, onde fundou uma escola. Em 1292, fez-se terceiro franciscano. Em 1311, no Concílio de Viena, pediu que se combatesse o averroísmo, reclamou o prosseguimento das cruzadas, a fusão das ordens e a criação de colégios para estudo das línguas orientais. Durante uma última viagem, foi lapidado em Bougie e morreu, em 1316, num barco genovês que o levava para Maiorca. Ramón LLULL é autor de mais de 150 obras científicas, literárias, teológicas e pedagógicas, escritas em latim mas, também e principalmente, em árabe e catalão. Essa obra imensa, que sofre decerto influências judaicas (da Cabala), é uma curiosa mescla de misticismo ocultista, erudição científica e filosofia da ação."&lt;/span&gt; (A civilização do Ocidente medieval, II. Trad. Manuel Ruas [La civilisation de l'Occident médiéval. Paris, B. Arthaud, 1964]. Lisboa, Editorial Estampa, 1983. pág. 316) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="LEIBNIZ"&gt;G. W. LEIBNIZ:&lt;/a&gt;" &lt;span style="color:#000000;"&gt;'(...) É certo que existem casos em que não há dificuldade em abandonar a letra, como quando a Escritura atribui mãos a Deus, ou lhe atribui a cólera, a penitência e outros sentimentos; do contrário, seria necessário adotar o ponto de vista dos antropomorfistas ou de certos fanáticos da Inglaterra, que acreditaram que Herodes foi efetivamente metamorfoseado numa raposa quando Jesus Cristo o denominou com esse termo. É aqui que têm o seu lugar as regras da interpretação, e se elas nada fornecem que contrarie ao sentido literal para favorecer a máxima filosófica, e se por outra parte o sentido literal nada encerra que atribua a Deus qualquer imperfeição, ou acarrete algum perigo na prática da piedade, é mais seguro e até mais razoável segui-lo. (...) [Musaeus e Vedelius] discutem também sobre a tentativa de Keckermann, que pretendia demonstrar a Trindade pela razão, como Raimundo LÚLIO* já tentara fazê-lo. Entretanto, Musaeus reconhece com bastante eqüidade que, se a demonstração do autor reformado tivesse sido boa e correta, nada haveria a objetar; neste caso teria ele tido razão em sustentar em relação a esse ponto que a luz do Espírito Santo poderia ser acesa pela filosofia.' [* Raimundo LÚLIO (1235 - 1315), célebre filósofo e mestre de lógica, expôs a demonstração mencionada na Disputatitio Fidei et Intellectus (Discussão entre a Fé e a Inteligência); foi com a finalidade de provar racionalmente as verdades da fé que ele inventou o método universal de descoberta e de demonstração ao qual deu o nome de Grande Arte.]" (Novos ensaios sobre o entendimento humano.&lt;/span&gt; Trad. Luiz João Baraúna [Nouveaux essais sur l'entendement humain. Paris, Garnier-Flammarion, 1966]. São Paulo, Abril Cultural, 1980. págs. 408-9 (Os pensadores)) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="LISBOA"&gt;Luiz Carlos LISBOA:&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Entre as pessoas que Eckhart de Hochheim conheceu em Paris nesses anos que ali passou estudando, está um pensador no mínimo estranho. Raimundo LÚLIO, teólogo, apóstolo, missionário e místico, é um viajante intrépido que conhece de cor os pensadores e filósofos árabes, um franciscano da Ordem Terceira, inflamado de amor pelo Cristo, como São Francisco. Nunca se soube com certeza até que ponto o missionário LÚLIO terá aberto os olhos de Eckhart para alguns autores sufis que ele declamava de memória. E fora de dúvida que o dominicano alemão tinha pelo franciscano grande amizade, e talvez muito interesse pelo ouvia dele. Depois de um longo período no clima místico da Alemanha, Eckhart vivia agora a experiência, nova aos quarenta anos, de dedicar-se à memória e à consciência, ao discurso e à lógica, num clima de intensa atividade que destoava do silêncio e da contemplação a que se habituara."&lt;/span&gt; (Mestre Eckhart: O diálogo com Deus. S. Paulo, Queiroz, 1986. pág. 8) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="NASR"&gt;Seyyed Hossein NASR:&lt;/a&gt;"(...) &lt;span style="color:#000000;"&gt;A significação metafísica dos sons e letras da língua árabe, a língua sagrada do islão, é também importante nos aspectos esotéricos e místicos dessa religião contidos no sufismo e também no shi'ismo. Esse aspecto da tradição islâmica deixou sua influência em homens como Ramon LLULL e outros autores ocidentais que estavam interessados no significado esotérico da linguagem.(...)"(...) Outros famosos textos alquímicos, como a Tábua da esmeralda e a Turba Philosophorum, pertencem também à mesma tradição hermética e alquímica islâmica baseada em anteriores fontes alexandrinas, bizantinas e siríacas. (...) Todos esses textos contêm a exposição de uma filosofia hermética que competia com as mais conhecida escola peripatética. Também no ocidente, a tradução desses e de outros textos originou a alquimia e o hermetismo latinos, que durante toda a Idade Média e o Renascimento, desde LLULL a Paracelso e Fludd, foram sérios rivais do aristotelismo.(...)"Ibn 'Arabi não foi traduzido diretamente ao latim, porém ele e os sufis em geral exerceram certa influência por meio do contato esotérico que se produziu entre o islão e o cristianismo mediante a Ordem do Templo e os Fideli d'amore. Elementos de Ibn 'Arabi são particularmente discerníveis em Dante e também em Ramon LLULL. Os místicos cristãos 'gnósticos', como o Mestre Eckhart, Angelus Silesius e o próprio Dante, mostram de fato certas semelhanças com Ibn 'Arabi e sua escola, situação que amiúde se deve mais a uma similaridade de tipos espirituais que a influências históricas.(...)"(...) Durante a Idade Média, cristãos, judeus e muçulmanos consideraram Hermes o fundador das ciências. Na verdade, os tratados atribuídos a ele foram estudados por eruditos de quase todos os ramos da ciência. Nessa época, figuras muçulmanas como Jabir ibn Hayyan, os Ikhwan al-Safa, al-Jildaki, al-Majriti, Ibn Sina (Avicena) e Sohrawardi, e também importantes pensadores europeus como Ramon LLULL, Alberto Magno, Roger Bacon e Roberto Grosseteste, foram profundamente influenciados pelo hermetismo, os ocidentais principalmente por meio do contato com fontes islâmicas&lt;/span&gt;.(...)" (Vida y pensamiento en el Islam. Trad. Esteve Serra [Islamic Life and Thought, London, George Allen &amp;amp; Unwin, 1981]. Barcelona, Herder, 1985. págs. 88; 101; 113; 144) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="PESSANHA"&gt;José Américo Motta PESSANHA:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;Bruno nasceu em 1548 (...) recebeu o nome de Filipe, mudado depois para Giordano, quando vestiu o hábito de clérigo (...) Durante dez anos viveu a vida conventual até doutorar-se em teologia em 1575. Nesse período estudou avidamente quase toda filosofia grega e medieval e a cabala judaica, deixando-se impressionar particularmente pelo 'onisciente LÚLIO' (1233 - 1315), o 'magnânimo Copérnico' (1473 - 1543) e o 'divino Cusano' (1401 - 1464). Esses estudos acabaram por afastar Bruno da ortodoxia católica e motivaram constantes censuras e admoestações dos superiores. Afinal foi processado por heresia, mas se salvou fugindo para Roma&lt;/span&gt;." (Bruno: vida e obra in Bruno, Galileu, Campanella. Trads. Helda Barraco, Nestor Deola e Aristides Lobo. S. Paulo, Abril, 1978. pág. VIII [Os pensadores, 10]) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="ROUSSET"&gt;Paul ROUSSET:&lt;/a&gt;"(...) &lt;span style="color:#000000;"&gt;a partir de 1291, o ano da tomada de São João d'Acre pelos muçulmanos, completou-se o período das Cruzadas gerais (...) Os apelos à Cruzada e os projetos de Cruzada por parte dos papas serão ainda numerosos, mas quase não terão eco. Por outra parte, o desenvolvimento das missões veio pouco a pouco e entre os melhores substituir a Cruzada; [já] vimos (...) o início dos esforços missionários das Ordens mendicantes. Graças ao catalão Raimundo LÚLIO, em especial, fixaram-se princípios, elaboraram-se métodos, em suma, esboçou-se uma doutrina missiológica que devia, no pensamento desse teólogo, substituir a Cruzada. Na realidade - e as dificuldades encontradas por esse missionário bem o demonstram -, essa doutrina nova, esse comportamento insólito, praticamente não foram compreendidos nesse começo do século XIV; a Cruzada verdadeira já não era praticada nessa época e a atividade missionária mal se havia iniciado. É notável constatar, no entanto, que as missões dos Dominicanos e dos Franciscanos na Terra Santa não desapareceram inteiramente com os Estados latinos; uma Cruzada pacífica vinha suceder à Cruzada guerreira.(...)"É comovente pensar que (...) na Itália, uma humilde mulher da Ordem terceira de São Domingos, Catarina Benincasa, queria a Cruzada (...) A mística de Sena dá (...) o argumento muitas vezes utilizado pelos pregadores de Cruzada: a expedição à Terra Santa devia permitir que se pusesse fim à guerra entre cristãos. Santa Catarina teria pretendido devolver a paz à Itália a fim de tornar possível 'a santa e doce Cruzada' (...) Catarina tinha sobre a conversão dos infiéis as opiniões tradicionais, e não as de um Raimundo LÚLIO ou as de um são Francisco de Assis; cuidava ela que a força das armas era o meio de obter a conversão dos pagãos; ignorante das contingências, estava, à sua maneira, imbuída dos espírito de Cruzada numa época em que este se dissipava&lt;/span&gt;." (História das cruzadas. Trad. Roberto Cortes de Lacerda [Histoire des croisades. Paris, Payot, 1978]. Rio, Zahar, 1980. págs. 217; 220) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="SCIACCA"&gt;Michele Federico SCIACCA:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;Contra o averroísmo e em defesa da ortodoxia católica, escreve o franciscano catalão Raimundo LÚLIO (1235 - 1315), famoso por sua ars magna, uma espécie de sistema lógico ou arte de combinar os termos simples para descobrir os princípios do saber. Mais que como filósofo, é importante como apologista e místico. Segundo Lúlio, a própria fé suscita no crente as razões necessárias que a justificam&lt;/span&gt;." (História da filosofia, I: Antigüidade e Idade Média. Trad. Luís Washington Vita [La filosofia nel suo sviluppo storico. Roma, Edizioni Cremonese, 1941]. São Paulo, Mestre Jou, 1967. pág. 245) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="SÉROUYA"&gt;Henri SÉROUYA:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;O catalão Raimundo LÚLIO (1235 - 1315) via na Cabala o sumo do conhecimento. Seu De auditu Cabbalistica foi considerado apócrifo pela crítica moderna. Em compensação, sua Ars Magna, ligada à mística das letras para os cálculos messiânicos cristãos, deriva da Cabala. Na realidade, o primeiro pensador cristão que se entusiasmou pela Cabala foi Pico de la Mirandola (1461-93), condenado pela Inquisição, como o fora, antes dele, Mestre Eckhart, por suas visadas demasiado avançadas&lt;/span&gt;. (...)" (A cabala. Trad. Neila Cecilio [La kabbale. Paris, PUF, s/d]. S. Paulo, DIFEL, 1979. pág. 121) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="SPROVIERO"&gt;Mário B. SPROVIERO et Aida R. HANANIA:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;O ideal de um conhecimento racional e 'apriorístico' (no sentido de uma ciência geral, anterior e comum a todas as ciências: uma ciência das ciências), o ideal de uma Mathesis Universalis, proposta por vários autores ao longo da História - dentre os quais, destacamos o arabista catalão Raimundo LÚLIO (ca. 1232 - 1316) e o próprio Leibniz (...) - redundou, em termos concretos, nas empíricas e 'aposteriorísticas' enciclopédias do século XVIII, que perduram até hoje, em que ocorre apenas a justaposição de saberes e não sua desejável urdidura em um único tecido&lt;/span&gt;." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="STEINER"&gt;Rudolf STEINER:&lt;/a&gt;"(...) &lt;span style="color:#000000;"&gt;Como não vivenciou realmente o espírito enquanto espírito em si, Giordano Bruno pôde confundir a vida do espírito com os desempenhos de funções mecânicas exteriores, com as quais Raymundus LULLUS* (1235 - 1315), em sua assim chamada 'Grande Arte', queria desvelar os mistérios do espírito. Um filósofo contemporâneo, Franz Brentano, descreve essa 'Grande Arte' assim: 'Conceitos são desenhados sobre discos concêntricos giratórios e, desse modo, são produzidas as mais diversas combinações.' O resultado obtido pelo giro casual dos discos sobrepostos é, então, transformado em juízo sobre as verdades supremas. Em suas múltiplas viagens errantes pela Europa, Giordano Bruno apresenta-se em diversas Universidades como professor dessa 'Grande Arte'. (...) [* Catalão de Maiorca que, após uma vida dissoluta, abdicou de todo brilho exterior, transformando-se em 'soldado de Cristo'. Via sua missão principal na superação intelectual do arabismo. Após múltiplas disputas públicas vitoriosas, que lhe renderam perseguição e aprisionamento pelos árabes, LULLUS morre como mártir. Foi franciscano e trazia o nome 'Doctor illuminatus'&lt;/span&gt;.]" ( Die Mystik im Aufgange des neuzeitlichen Geisteslebens und ihr Verhältnis zur modernen Weltanschauung [A mística no nascimento da vida espiritual moderna e sua relação com a visão de mundo contemporânea]. Dornach, Rudolf Steiner Verlag, 1977 [1901]. págs. 135; 164) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="VILAR"&gt;Pierre VILAR:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pode-se dizer que os momentos de maior harmonia conhecidos pela Espanha foram os do séc. XIII. Em Castela, de 1230 a 1252, reina São Fernando, não menos cristão que seu primo Luís, porém mais realista, porque limita a idéia de cruzada ao horizonte espanhol, e mais amplo de espírito, já que se diz 'rei das três religiões'. Em Aragão, reina o vigoroso catalão 'En Jaume', o Conquistador, batalhador e poeta, brutal e galante sem escrúpulo, porém rodeado de santos: Raimundo de Peñafort, Pedro Nolasco e o extraordinário Ramon LLULL. O Islão retrocede e as catedrais são erigidas. É o triunfo geral do mundo cristão&lt;/span&gt;." (Historia de España. Barcelona, Editorial Crítica, 6.ª ed., 1978. pág. 30-1) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="WINDELBAND"&gt;Wilhelm WINDELBAND:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;Raimundo LÚLIO (da Catalunha, 1235 - 1315) intenta uma exposição racional da doutrina eclesiástica, com fins apologéticos e de propaganda; é conhecido principalmente por seu raro descobrimento da ars magna, isto é, um mecanismo no qual, por uma combinação dos conceitos fundamentais, há de gerar-se um sistema de todos os conhecimentos possíveis. Um extrato dele, em J. E. Erdmann, Lógica, I, parágrafo 206. Cf. º Keicher (Beitr., VII). Suas tentativas são repetidas no século XV, por Raimundo de Sabunde, um médico espanhol que lecionou em Toulouse e despertou grande admiração por sua Theologia naturalis (sive liber creaturum).(...)""Há que sublinhar, portanto, que a escolástica, nesse seu elevado ponto de vista, está muito longe de identificar filosofia e teologia ou de converter em tarefa da primeira, como se tem dito amiúde, a total conceituação do dogma. Tal interpretação aparece nas origens da ciência medieval (Anselmo) e se encontra esporadicamente nos tempos de sua dissolução. Assim, Raimundo LÚLIO, por exemplo, esboça sua ars magna, essencialmente, com o propósito de tornar factível uma exposição sistemática de todas as verdades e, desse modo, servir-se dela para convencer a todos os 'infiéis' da verdade da religião cristã. (Essa invenção estranha e, em certo sentido, interessante, mas, também, freqüentemente artificial consiste num sistema de anéis concêntricos, dos quais cada um contém um grupo de conceitos distribuídos em setores circularmente delimitados e por cujo deslocamento se originam todas as combinações possíveis de noções, que devem assinalar os problemas e dar as respostas. Assim, há uma figura A (Dei) que contém toda a teologia, uma figura animae que abarca a psicologia, etc. Ensaios mnemotécnicos e outros, que apontam o descobrimento de uma linguagem universal ou de uma simbólica filosófica, encontram-se com freqüência nessa arte combinatória; da mesma forma, aparece em relação com essas tentativas a origem de um cálculo algoritmo.) O mesmo quis provar também Raimundo de Sabunde, com ajuda da arte luliana, que, ainda que Deus se revela de dois modos (na Bíblia, Liber scriptus; e na natureza, Liber vivus), o conteúdo de ambas revelações (das quais uma está na base da teologia e a outra, na base da filosofia) tem de ser necessariamente o mesmo. Porém, na época clássica da escolástica, teve-se sempre clara consciência da distinção entre teologia natural e teologia revelada e tanto mais se insistiu nisso, quanto mais a Igreja teve ocasião de tomar precauções contra a confusão de sua doutrina com a teologia 'natural'&lt;/span&gt;." (Historia general de la filosofia. Trad. Francisco Larroyo [Lehrbuch der Geschichte der Philosophie. J. C. B. Mohr (Paul Siebeck)]. México, Editorial "El Ateneo", 1960. págs. 278, 281) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="YATES"&gt;Frances A. YATES:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;O lulismo não é nenhum assunto secundário e sem importância na civilização ocidental. Sua influência ao longo de cinco séculos foi incalculavelmente grande. LÚLIO esteve na Itália, os manuscritos de sua obra foram divulgados muito rapidamente ali e Dante pode tê-los conhecido. Se a geometria luliana influiu na teoria arquitetônica italiana é, ao que me parece, uma pergunta que jamais se fez. O Renascimento apoderou-se do lulismo com grande entusiasmo; de fato, talvez não seja exagerado dizer que o lulismo tenha sido uma das forças principais no Renascimento. Pico della Mirandola reconheceu que seu sistema devia muito à Ars combinatoria de Raimundus. Nicolau de Cusa colecionou e copiou pessoalmente manuscritos lulianos. Giordano Bruno e Agrippa de Nettesheim eram ambos lulistas. Também o era John Dee, uma das figuras mais influentes no pensamento da Inglaterra elisabetana. As teorias médicas lulistas foram conhecidas por Paracelso. Em Paris, um dos primeiros lugares do lulismo no século XIV, foi revivido intensamente no século XVI quando, por intermédio da influência de Lefèvre d 'Etaples, se estabeleceu uma cátedra de lulismo na Sorbonne. O lulismo continuou sendo entusiasticamente cultivado em Paris ao longo do século XVII, e o sistema foi seguramente conhecido por Descartes, que reconheceu que estava presente em seu espírito quando concebeu seu novo método para constituir uma ciência universal. Houve uma revivescência em grande escala do lulismo na Alemanha do século XVIII, cujo produto final foi o sistema de Leibniz. E tudo isso enquanto a tradição alquímica pseudoluliana prosseguia seu misterioso curso."Durante os séculos da influência viva do lulismo, os lulistas sabiam muito mais do nós sobre a maneira de operar com a Arte luliana, pois utilizavam os manuscritos. É tempo sem dúvida de que também nós os utilizemos e tratemos de conhecer melhor a verdadeira natureza desse grande monumento que dominou durante tanto tempo o cenário europeu: a Arte de Ramon LLULL&lt;/span&gt;." (Ensayos reunidos, I: Lulio y Bruno. Trad. Tomás Segovia [Lull &amp;amp; Bruno. Collected Essays. Volume I. London, Routledge &amp;amp; Kegan Paul, 1982]. México, Fondo de Cultura Económica, 1990. págs. 123-4) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="YOCKEY"&gt;James Francis YOCKEY:&lt;/a&gt;"&lt;span style="color:#000000;"&gt;Em seu desenvolvimento intelectual e espiritual, Nicolau de Cusa sofreu grande influência de quatro vultos: Platão e Ramon LLULL foram seus guias intelectuais; seus guias espirituais foram mestre Eckhart e Hildegard de Bingen. Entretanto, Nicolau não experimentou uma dicotomia entre o racional e o místico. Ao contrário, foi por meio da mistura orgânica de matemática, misticismo e filosofia que sua obra adquiriu força e originalidade.(...)"Quanto à influência de Ramon LLULL, Nicolau possuía mais manuscritos de LLULL do que de qualquer outro autor. De fato, adquiriu mais de um quarto dos títulos de LLULL. Cusa apropriou-se dos discernimentos matemáticos e científicos de LLULL, dando-lhes um toque pessoal por meio da adaptação teológica. Assim, muitas vezes é difícil determinar onde termina o pensamento de LLULL e se inicia o de Nicolau&lt;/span&gt;." (Meditações com Nicholas de Cusa. Trad. do inglês por Barbara Theoto Lambert [Bear &amp;amp; Co.]. S. Paulo, Gente, 1993. págs. 17-8)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ricardocosta.com/pub/muculmanos.htm"&gt;Muçulmanos e Cristãos no diálogo luliano &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ricardocosta.com/ramon/ramonemquadrinhos.htm"&gt;A História de Ramon Llull (1232-1316) em quadrinhos &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ricardocosta.com/textos/textosllull.htm"&gt;Textos traduzidos de Ramon Llull (1232-1316) &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-1858615433122835645?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/1858615433122835645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=1858615433122835645' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1858615433122835645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1858615433122835645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/raimundo-llio-12321233-13151316.html' title='Raimundo Lúlio -  (1232/1233 — 1315/1316)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-8762022023243927438</id><published>2007-12-20T09:15:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T18:27:33.698-08:00</updated><title type='text'>Tomás de Aquino - (1225-1274)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/tomasdeaquino.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/tomasdeaquino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Monge dominicano conhecido como Doutor Angélico. Nasceu no Castelo de Roccasecca, arredores de Aquino, no norte do reino de Nápoles. Estudou com Alberto Magno, por quem teria sido iniciado no conhecimento de alquimia. Muitos estudiosos da obra de Tomás de Aquino não acreditam, que ele tenha escrito livros de alquimia, por ser esta arte considerada herética. No momento de sua morte, Alberto Magno, que se encontrava em Colônia, anuncia o fato aos outros frades e chora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com o uso da razão é possível demonstrar a existência de Deus, para isto propõe as 5 vias de demonstração:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;1a. via - Primeiro Motor Imóvel &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;2a. via - Causa Primeira&lt;br /&gt;Decorre da relação "causa-e-efeito" que se observa nas coisas criadas. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;3a. via - Ser Necessário&lt;br /&gt;Existem seres que podem ser ou não ser (contingentes), mas nem todos os seres podem ser desnecessários se não o mundo não existiria, logo é preciso que haja um ser que fundamente a existência dos seres contingentes e que não tenha a sua existência fundada em nenhum outro ser. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;4a. via - Ser Perfeito&lt;br /&gt;Verifica-se que há graus de perfeição nos seres, uns são mais perfeitos que outros, qualquer graduação pressupõe uma parâmetro máximo, logo deve existir um ser que tenha este padrão máximo de perfeição e que é a Causa da Perfeição dos demais seres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;5a. via - Inteligência Ordenadora&lt;br /&gt;Existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.dalequedale.com/index.php?p=809&amp;amp;more=1&amp;amp;page=2"&gt;Tratado de Tomás de Aquino, en el arte de alquimia dado a su compañero Fray Reginaldo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.alquimiamundial.com/laminasdealquimia.htm#aurora"&gt;AURORA CONSURGENS&lt;/a&gt; - atribuída a Tomás de Aquino &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-8762022023243927438?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/8762022023243927438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=8762022023243927438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8762022023243927438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8762022023243927438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/santo-toms-de-aquino-1225-1274.html' title='Tomás de Aquino - (1225-1274)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-2410204336190604871</id><published>2007-12-20T08:30:00.000-08:00</published><updated>2007-12-20T09:12:54.733-08:00</updated><title type='text'>Roger Bacon, o Doctor Mirabilis -  (1214 - 1292)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/rogebaco.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/rogebaco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Roger Bacon, também conhecido como Doctor Mirabilis (Doutor Admirável em latim), foi um dos mais famosos frades franciscanos de seu tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele descreve o método científico como um ciclo repetido de observação, hipótese, experimentação e necessidade de verificação independente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O trabalho de Roger Bacon (1214-1292, datas prováveis) pode ser dividido em duas fases. A primeira compreende sua obra de leitura, análise, questões e comentários sobre Aristóteles. A segunda, já como franciscano, abarca a maior parte da sua obra relacionada à ignorância, filosofia e teologia, línguas, matemática, ótica, ciência experimental e filosofia moral.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Roger_Bacon_optics01.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px" height="320" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Roger_Bacon_optics01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Bacon, o processo de transformação envolve algo que a produz (o agente, ou a causa eficiente) e algo que a sofre (o paciente, ou a matéria). Existem duas ações possíveis: a unívoca, que é geração (multiplicada, contínua ou a multiplicação da espécie) como, por exemplo, a luz produzindo luz. A outra, equívoca, quando a luz produz calor (ação de intensidade).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seus avanços nos estudos da Óptica possibilitaram a invenção dos óculos e seriam em breve imprescindíveis para a invenção de instrumentos como o telescópio e o microscópio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A originalidade de Bacon está, segundo alguns historiadores, na generalização das leis da ótica pra o estudo de todas as transformações naturais. Nesse aspecto, ele se diferencia de Tomas de Aquino, para quem os metafísicos seriam responsáveis pelo estudo dos seres incorruptíveis e isentos de movimento, os matemáticos pelo estudo dos seres com movimento e incorruptíveis, e os estudiosos da natureza responsáveis pela investigação dos seres com movimento e corruptíveis. Para Bacon, tudo poderia ser geometrizado e explicado através do uso da matemática. Assim, a matemática utilizada através dos princípios da ótica poderia ser aplicada na investigação e compreensão de todos os seres, corruptíveis e incorruptíveis, com ou sem movimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Para ele, a alquimia era uma ciência superior e era possível diferenciar entre a “alquimia operativa” (área na qual ele experimentou o “fazer” relacionado aos metais preciosos e tingimentos) e a “especulativa”, que tratava da geração das coisas do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Bacon trabalhou na correção do Calendário Juliano, fabricou pólvora mas ocultou a fórmula pois temia que esta perigosa invenção caísse em mãos de homens inescrupulosos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Roger Bacon também se destacou pelo seu trabalho de alquimia, prática que, embora condenada pela Igreja medieval, ele exercia em segredo. Ele foi acusado de convocar os elementos da natureza, cria um espelho que podia revelar o futuro e esculpir um busto capaz de falar. Bacon deu uma enorme contribuição para a arte hermética. Uma famosa citação dele era a que ele comparava o trabalho alquímico com uma horta: mesmo se colhesse o que não pretendia, ter-se-ia cultivado e melhorado a colheita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Após seu trabalho ser descoberto pela Igreja, foi perseguido e preso por dez anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Na prisão escreveu várias obras, entre as quais figura como grande trabalho de sua vida o livro Opus Majus, manuscrito de caráter enciclopédico que ficou perdido por cerca de 450 anos (foi encontrado e publicado em 1733). Sua obra alquímica foi reunida no século XVII com o nome Tesouro Químico de Roger Bacon e era composta dos seguintes livos: Alquimia Maior, O Espelho da Alquimia, Sobre o Leão Verde, Breviário do dom de Deus, Os Segredos dos Segredos, além de outras anotações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Morreu pouco após sua liberdade ser concedida pela Inquisição, com oitenta anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-2410204336190604871?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/2410204336190604871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=2410204336190604871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2410204336190604871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/2410204336190604871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/roger-bacon-o-doctor-mirabilis-1214.html' title='Roger Bacon, o Doctor Mirabilis -  (1214 - 1292)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-4200302446695480697</id><published>2007-12-20T07:13:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T08:37:49.193-08:00</updated><title type='text'>Albertus Magnus - (1193 ou 1206-1280)</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/AlbertoMagnus.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 263px; CURSOR: hand; HEIGHT: 304px" height="346" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/AlbertoMagnus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Tornou-se famoso por seu vasto conhecimento e por sua defesa da coexistência pacífica da ciência e da religião.&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ele é considerado o maior filósofo e teólogo alemão da Idade Média, e foi o primeiro intelectual medieval a aplicar a filosofia de Aristóteles no pensamento cristão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alberto dominava bem a Filosofia e a Teologia (matérias em que teve Tomás de Aquino como discípulo) e mostrou também grande interesse em ciências naturais ao ponto de dispensar, com a autorização do Papa, o episcopado, para continuar a prosseguir os seus estudos e a sua investigação com tranquilidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ocupou-se em várias áreas de conhecimento, como a mecânica, zoologia, botânica, meteorologia, agricultura, física, química, tecelagem, navegação e mineralogia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;S. Alberto Magno legou-nos o modo de preparar os óxidos de chumbo e o processo da copelação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A suas obras escritas encheram 22 grossos volumes e exemplificou como viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O Composto dos Compostos é a sua obra mais importante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/r.petrinus/Alberto-p.htm"&gt;O COMPOSTO DOS COMPOSTOS&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-4200302446695480697?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/4200302446695480697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=4200302446695480697' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4200302446695480697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/4200302446695480697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/albertus-magnus-1193-ou-1206-1280.html' title='Albertus Magnus - (1193 ou 1206-1280)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-1668313422494913175</id><published>2007-12-19T13:08:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T09:59:44.848-08:00</updated><title type='text'>Geber - (c.721–c.815)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Jabir_ibn_Hayyan.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 229px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" height="333" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Jabir_ibn_Hayyan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Abu Musa Jabir ibn Hayyan (جابر بن حیان) , também conhecido pelo nome latino "Geber", foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem árabe ou persa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/10Fissazioneesublimazione.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 162px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" height="180" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/10Fissazioneesublimazione.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/geber_distillation.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sublimazione2.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 164px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" height="146" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sublimazione2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Geber é reconhecido por suas importantes contribuições para a Química. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sublimazione.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="152" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/sublimazione.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Enfatizando a experimentação sistemática, fez muito para separar a alquimia da superstição e transformá-la numa ciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/fissazione.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 147px" height="156" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/fissazione.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foi então que surgiu a Química científica que conhecemos, e o termo “alquimia” foi relegado a categoria das pseudociências. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/distillazione.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand" height="138" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/distillazione.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A ele é creditada a invenção vários equipamentos tidos como básicos nos laboratórios de Química modernos, assim como a descoberta e descrição de muitas substâncias químicas agora comuns.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/discesa.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand" height="149" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/discesa.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar de suas tendências ao misticismo – ele foi considerado um Sufi – e à superstição, ele reconheceu a importância da experimentação. “O primordial na Química”, declarou, “é a experimentação. Aquele que não pratica a experimentação nunca dominará a Química.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/bagnomaria.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="169" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/bagnomaria.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os vários instrumentos dos laboratórios de Química modernos atribuidos a Geber, podemos citar o alambique – que executa uma destilação fácil, segura e eficiente. Ele também descobriu o ácido clorídrico e o ácido nítrico. .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ampolle.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand" height="156" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Ampolle.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Combinando estes dois ácidos Geber inventou a água régia, uma das poucas substâncias que podem dissolver os metais nobres, como o ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de sua óbvia aplicação para a extração do ouro e sua purificação, esta descoberta também abasteceria os sonhos e o desespero do alquimistas por mais de um milênio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Foi creditada a ele a descoberta do ácido cítrico (o componente ácido de limões e outras frutas verdes), o ácido acético (do vinagre) e o ácido tartárico (das uvas e do mosto da preparação de vinhos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Geber aplicou seu conhecimento químico à melhoria de vários processos industriais como a fundição de aço e outros metais, a prevenção da ferrugem, a gravação em ouro, o tingimento e impermeabilização de tecidos, a curtição do couro, e a análise química de outras substâncias, como os pigmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/geber.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 197px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" height="330" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/geber.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Geber aplicou seu conhecimento químico à melhoria de vários processos industriais como a fundição de aço e outros metais, a prevenção da ferrugem, a gravação em ouro, o tingimento e impermeabilização de tecidos, a curtição do couro, e a análise química de outras substâncias, como os pigmentos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ele notou que vinho em ebulição libera um vapor inflamável, e desenvolveu um método para que Al-Razi descobrisse o etanol posteriormente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Durante a Idade Média foram traduzidos os tratados de Geber sobre Química para o latim, e estes se tornaram textos de referência para os alquimistas europeus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Estes incluem o Kitab al-Kimya (Livro da Composição de Alquimia na Europa), traduzido por Robert de Chester (1144); e o Kitab al-Sab’een por Gerard de Cremona (antes das 1187). Marcelin Berthelot traduziu os seguintes livros dele: Livro do Reino, Livro dos Equilíbrios e o Livro do Mercúrio Oriental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vários termos técnicos introduzidos por Geber, como “álcali”, foram adotados pelos idiomas europeus e se tornaram parte de vocabulário científico.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-1668313422494913175?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/1668313422494913175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=1668313422494913175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1668313422494913175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/1668313422494913175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/geber-c721c815.html' title='Geber - (c.721–c.815)'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-3190815358303815415</id><published>2007-12-19T12:47:00.000-08:00</published><updated>2007-12-19T12:54:10.354-08:00</updated><title type='text'>Maria, a profetisa - Ano 273 a.C.</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/mariaaprofetisa.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px" height="172" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/mariaaprofetisa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na gravura Maria indica o segredo da Obra: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;união do inferior e do superior, do céu e da terra, como quinta essencia (as cinco flores dentro do círculo de fogo). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outras palavras, a união de opostos como figuração do andrógino primordial, em que o filosofo adepto se revê.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-3190815358303815415?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/3190815358303815415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=3190815358303815415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3190815358303815415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3190815358303815415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/na-gravura-maria-indica-o-segredo-da.html' title='Maria, a profetisa - Ano 273 a.C.'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-353667566966880914</id><published>2007-12-19T12:27:00.000-08:00</published><updated>2007-12-20T08:26:10.374-08:00</updated><title type='text'>Diálogo de Aros e Maria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;El filósofo Aros fue a buscar a Maria la profetisa, hermana de Moisés, y habiéndole saludado muy cortésmente, le dijo:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Señora, he oído decir muchas veces que blanqueáis la piedra en un día.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Si -respondió Maria, en incluso en menos de un día.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-No concibo -repuso Aros- como puede hacerse lo que decís ni por que medio se puede blanquear tan prontamente con el Magisterio.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;Maria respondió: No sabéis vos que se hace un agua o una cosa que blanquea en un mes?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Es cierto -dijo Aros-, pero hace falta mucho tiempo para hacer la cosa de que habláis.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Hermes -repuso Maria- dice en todos sus libros que los filósofos blanquean la piedra en una hora.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Oh, señora -dijo Aros- que cosa mas hermosa me decís!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Muy hermosa -replico Maria- para aquel que no la sabe.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Pero señora -respondió Aros- si es cierto que todos los cuerpos de los metales, así como el cuerpo humano están compuestos de cuatro elementos, hay que confesar que pueden ser fijados y moderados, y sus vapores coagulados y retenidos en un día, hasta que lo que deba hacerse este terminado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Os aseguro, Aros -dijo Maria- y pongo a Dios por testigo que si vos no fuerais quien sois no os diría nada de lo que voy a deciros y esperaría para revelároslo a que Dios me inspirara el hacerlo. Tomad, pues, el alumbre, goma blanca y goma roja que es el Kibric de los filósofos, su oro y su mayor tintura, y juntad en verdadero matrimonio la goma blanca con la roja. No se si me entendéis.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Si, señora -dijo Aros-, entiendo y comprendo lo que decís.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Reducid todo esto a agua corriente -continuo Maria- y purificad sobre el cuerpo fijo este agua verdaderamente divina sacada de los dos azufres y haced que esta composición se haga liquido por el secreto de las naturalezas en el vaso de la filosofía; Me entendéis, Aros?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;- Si, señora -respondió Aros-, la entiendo muy bien.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Conservad los vapores -repuso Maria- y no dejéis que nada se escape. Haced vuestro fuego en proporción a como este el calor del Sol en el mes de junio y julio. Manteneos cerca de vuestro vaso y veréis cosas que os sorprenderían. En menos de tres horas vuestra materia se pondrá negra, blanca y anaranjada; los vapores penetraran en el cuerpo y el espíritu quedara fijado. La mezcla se volverá entonces como leche penetrante y fundente. Ese es el secreto escondido.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;Aros tomando la palabra dijo: -No podría creer que eso se hiciera de tal manera.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-He aquí algo mucho más admirable -dijo Maria- y que no ha sido conocido por los Antiguos, antes de Hermes, quien nunca se lo ha imbuido en el espíritu. Tomad hierba blanca, clara, honrada, de la que crece en las pequeñas Montanas; moledla cuando este fresca, como esta en su momento determinado, pues en ella esta el verdadero cuerpo que no se evapora ni se esfuma con el fuego.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;No es eso la piedra de la verdad de que habláis? -dijo Aros.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Si, Aros, lo es -repuso Maria-, pero los hombres no conocen su régimen porque tienen mucha prisa y quieren hacer la obra muy pronto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Que queda por hacer después de esto? -dijo Aros.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Es preciso -le dijo Maria- rectificar sobre este cuerpo a Kibrick y Zubeth, o sea a los dos vapores que comprenden y que abrazan a las dos luminarias, y colocar encima lo que les ablanda que es lo que cumple a las tinturas y espíritus, y el verdadero peso de la ciencia. después habiendo molido todo hay que ponerlo al fuego donde se verán cosas admirables. Por lo demás, todo el régimen consiste en saber hacer el fuego moderado. después de lo cual será cosa sorprendente ver como en menos de una hora, esta composición pasara de un color a otro, hasta que llegue al rojo y al blanco perfecto. Es preciso entonces deshacer el fuego, abrir el vaso, y cuando se enfríe, se hallara el cuerpo claro y brillante como una perla del color de la dormidera entremezclada de blanco. Entonces estará fundente y penetrante y un peso de este cuerpo sobrepasara mil doscientos al del metal imperfecto y los convertirá en oro. He aquí el secreto escondido.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;aquí Aros se tiende de rodillas con el rostro contra el suelo; Maria le dice: -Levantaos, Aros, voy a abreviaros la obra. Tomad el cuerpo claro cogido de las Montanas pequeñas y que no se hace por la putrefacción, sino con el solo movimiento. Moled ese cuerpo con la goma Elzaron y los dos vapores. La goma Elzaron es el cuerpo que agarra y que coge al espíritu, moledlo todo y acercadlo al fuego, entonces se fundirá todo y si lo proyectáis sobre su mujer la totalidad se pondrá como el Agua que se destila y se congelara al aire y solo será ya un cuerpo. Pero si lo proyectáis sobre los cuerpos imperfectos verías maravillas. Ahí esta el secreto escondido de la ciencia. Habéis de saber que los dos vapores de que acabo de hablar son las raíces de este arte y son el Kibrick blanco y la cal húmeda a quien los filósofos han dado toda clase de nombres. Pero el cuerpo fijo viene del corazón de Saturno que comprende la tintura y que perfecciona la obra de la sabiduría. El cuerpo que se obtiene de las pequeñas montanas es claro y blanco; ahí residen las Medicinas o las dos materias de ese Arte, de las cuales, una se compra y la otra se toma de las pequeñas montanas. Os advierto, Aros, que los sabios les han llamado la obra de la Filosofía, debido a que la ciencia no puede perfeccionarse sin estas cosas y es en ellas donde se realizan todas estas maravillas del Arte; pues intervienen aquí cuatro piedras y su régimen es verdadero, como ya he dicho.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;"Y Hermes ha hecho diversas alegorías sobre esto en sus libros. Los filósofos siempre han prolongado su régimen diciendo que se necesita mas tiempo para hacerlo que lo que en realidad precisa; e incluso han dicho que había que hacer operaciones que no son necesarias, y siempre han dicho que se necesitaba un ano para su Magisterio. Lo que no han hecho, más que por ocultarlo al pueblo ignorante, haciéndoles creer que su obra no puede ser totalmente realizada más que tras un ano. también esto es un gran secreto y solo Dios puede revelarlo; los que han oído hablar de ello no pueden realizar las experiencias porque nada saben... Me habéis entendido, Aros?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Si, señora -dijo el-. Pero os ruego me digáis en que consiste ese vaso sin el cual es imposible.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Ese vaso -dijo Maria-, es el vaso de Hermes, oculto por los filósofos y que los ignorantes no podrían comprender, pues es la medida del fuego filosófico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;Aros dijo entonces: -Oh profetisa, decidme, os ruego, si habíais encontrado en los libros de los filósofos, que fuera posible hacer la obra de un solo Cuerpo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;-Si -dijo ella-, pero Hermes nada ha dicho, porque la raíz de la ciencia es un veneno que mortifica todo el cuerpo, que lo reduce a polvo y que coagula el Mercurio con su olor. Os prometo por Dios Vivo, que cuando ese veneno se disuelva en un agua sutil, sea como fuere hecha la disolución, coagulara el Mercurio en Luna verdadera, a toda prueba. Y si se proyecta sobre Júpiter lo transforma en Luna. Además, os diré que la Ciencia se halla en todos los cuerpos; pero los filósofos no han querido decir nada debido a la brevedad de la vida y de lo largo de la Obra. Ellos lo han encontrado con mas facilidad, en la materia que con mas evidencia contiene los Cuatro Elementos; y han multiplicado y oscurecido esta materia con diversos nombres que le han dado. No es que todos los filósofos hayan hablado de todo lo que es necesario para hacer la Obra (excepto del vaso de Hermes), porque es cosa divina y Dios quiere que sea desconocido de los gentiles e idolatras. Es tan necesario ese vaso para el Magisterio que los que no lo conocen nunca sabrán su verdadero régimen.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-353667566966880914?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/353667566966880914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=353667566966880914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/353667566966880914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/353667566966880914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/dilogo-de-aros-e-maria.html' title='Diálogo de Aros e Maria'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-8650755083165573845</id><published>2007-12-19T10:15:00.000-08:00</published><updated>2007-12-19T12:21:14.164-08:00</updated><title type='text'>Maria, a Judia - Ano 273 a.C.</title><content type='html'>&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/then2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/then2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fonte: VASCONIA, Giovanni di. Maria a Judia. Gravura constante manuscrito Fiore de' Fiori (Flor das Flores), depositado na Biblioteca Nazionale Victor Emanuele em Nápoles, e que representa uma das sete visões de Maria, a Profetisa à procura da Pedra Filosofal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Maria, a Judia ou Maria, a Profetisa, ou Mirian, irmã de Moisés, é uma antiga filósofa grega e famosa alquimista que viveu no Egipto por volta do ano 273 a.C..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mirian terá sido uma das parteiras que se recusou a cumprir as ordens do faraó (deitar ao Nilo todos os meninos hebreus recém-nascidos). Maria, a Judia ou Maria, a Profetisa ou Mirian, meia-irmã de Moisés é referida na Torah (תּוֹרָה) ; aliás, é a primeira mulher referida na Torah como profetisa (ha-Naviá ) e é-lhe atribuído um papel fundamental na sobrevivência do povo de Israel, no Egipro, tendo participado também na travessia do mar vermelho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns a situam na época de Aristóteles (384–322 a.C.), uma vez que a concepção aristotélica dos quatro elementos formadores do mundo (o fogo, o ar, a terra e a água) condiz bastante com as idéias alquimistas de Maria, como o axioma de Maria: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«o Um torna-se Dois, o Dois torna-se Três, e do terceiro nasce o Um como Quatro».&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O Um torna-se dois, dois torna-se três, e por meio do terceiro e quarto alcança a unidade; assim dois são apenas um...Inverta a natureza e encontrarás o que procuras...Una o macho e a fêmea, e encontrarás o que é procurado...- Maria a judia, 300 d.C."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Aristóteles, o enxofre era considerado a expressão do elemento fogo, e Maria o tomou como base para os principais processos que estudou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela menciona o enxofre em frases sempre misteriosas, como:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«uma pedra que não é pedra» &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«tão comum que ninguém a consegue identificar».&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/banho_maria.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 178px; CURSOR: hand; HEIGHT: 188px" height="180" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/banho_maria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Maria conta que Deus lhe revelou uma maneira de calcinar cobre com enxofre para produzir ouro. Esse enxofre era obtido do disulfeto de arsênico, que é achado em minas de ouro. Talvez tenha sido essa a origem da lenda da transformação de metais menos nobres em ouro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Dentre as invenções de Maria estão o kerotakis, uma espécie de barril fechado e o banho de vapor : para um aquecimento lento e gradual dos experimentos, em vez de manipular as substâncias diretamente no fogo, ela descobriu que era possível controlar melhor a temperatura se fosse por meio da água - que até hoje chamamos de banho-maria.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A descoberta do ácido clorídrico é atribuída a essa mulher.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Tribikos.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px" height="218" alt="" src="http://i134.photobucket.com/albums/q85/anamaiz/Tribikos.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Para além disso dois equipamentos de destilação (alambique), com duas ou três saídas para destilados — o dibikos e o tribikos — e um aparelho para sublimação, sendo-lhe ainda atribuída a descoberta do ácido clorídrico. A maior parte das suas escrituras foram conservadas por Zósimos de Panópolis (300 d.C.).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Para se ter uma idéia da tremenda antiguidade de Maria basta dizer que o vetustísimo químico Zósimo de Panápolis (sec IV) a cita sempre no passado, venerando-a entre os que ele chama "sábios antigos", um exclusivo grupo no qual figuram Demócrito, Moisés, Ostanes, Hermes, Isis, Chymes, Agathodaemon, Pibechios, Iamblichus... nome místico e pseudo epigráficos que buscam dar uma maior relevancia ao conteúdo dos textos que encabeçam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-8650755083165573845?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/8650755083165573845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=8650755083165573845' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8650755083165573845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/8650755083165573845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/maria-judia-ano-273-ac.html' title='Maria, a Judia - Ano 273 a.C.'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2973106923897673137.post-3999230086320527122</id><published>2007-12-19T09:37:00.001-08:00</published><updated>2007-12-19T09:46:12.941-08:00</updated><title type='text'>História</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Podemos dividir a história da alquimia em dois movimentos independentes: a alquimia chinesa e a alquimia ocidental, esta última desenvolvendo-se ao longo do tempo no Egito, Babilónia, Grécia, Roma, Índia, Mundo Islâmico, e Europa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na China a alquimia estaria associada ao Taoísmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Também a filosofia védica na Índia ao redor do ano 1000 a.C. apresenta semelhança com as idéias dos alquimistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No Egito antigo ela era considerada obra do deus Thoth, também conhecido por Hermes Trismegistus, por isto o termo hermetismo esta associado à alquimia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na cidade de Alexandria, no Egito, onde floresceu nos primeiros séculos da era cristã, a alquimia recebeu influência do neoplatonismo, que diz que a matéria, apesar de múltiplas aparências, é formada por uma substância única, sendo esta a justificativa para a possibilidade da transmutação. Assim, o processo alquímico é obtido pela fusão dos quatro elementos fundamentais da antigüidade: fogo, ar, água e terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foi graças às campanhas de Alexandre, o Grande que a alquimia se disseminou em todo o oriente. E foram os &lt;/span&gt;&lt;a title="Muçulmanos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mu%C3%A7ulmanos"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;muçulmanos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; que a levaram novamente para a Europa, em razão da conquista Islâmica da Península Ibérica, particularmente para Al-Andaluz ao redor do ano de 950. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Assim, este florescimento da alquimia na península Ibérica durante a Idade Média está relacionado a presença muçulmana na Europa neste período. Além de na Alquimia medieval estarem vários traços da cultura muçulmana, está também presente traços da cabala judaica, com a qual a Alquimia possui forte relação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Durante a Idade Média muitos alquimistas foram julgados pela Inquisição, e condenados à fogueira por alegado pacto com o diabo. Por isto, até os dias de hoje o enxofre, material usado pelos alquimistas, é associado ao demônio. A história mais recente da alquimia confunde-se com a de ordens herméticas e religiosas, como a Ordem do Templo e os rosacruzes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;WIKIPÉDIA&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2973106923897673137-3999230086320527122?l=simbolosalquimia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/feeds/3999230086320527122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2973106923897673137&amp;postID=3999230086320527122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3999230086320527122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2973106923897673137/posts/default/3999230086320527122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://simbolosalquimia.blogspot.com/2007/12/d.html' title='História'/><author><name>Ana Maiz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01998283826426489430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
